Sequencia didática - Tarsila do Amaral

Sequencia didática - Tarsila do Amaral
SEQUENCIA DIDÁTICA TARSILA DO AMARAL -Releitura - 2010

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Fábula: O leão e o rato (primeira versão)

     Era uma vez um leão que dormia sossegado, quando foi acordado, quando foi acordado por um rato.
     O rato passou correndo sobre a cara do leão.
     Com um rápido salto, ele capturou o rato. E já estava pronto para matá-lo.
     O rato suplicou “se o senhor poupar a minha vida, um dia retribuirei sua bondade”. O leão achou muito engraçado o pedido e acabou poupando a vida do ratinho.
     Alguns dias depois, o leão foi capturado por caçadores que o amarraram com fortes cordas na árvore.
     Um pouco depois, o rato passou por lá e viu o leão todo amarrado. Imediatamente o rato começou a roer as cordas soltando assim o leão.

Moral da história: Os pequenos amigos podem se revelar grandes aliados.
                                                             Fábula de Esopo

Fábula: O galo e a raposa


O galo cacarejava em cima de uma árvore. Vendo-o ali, a raposa tratou de bolar uma estratégia para que ele descesse e fosse o prato principal de seu almoço.
__ Você já ficou sabendo da grande novidade, galo? – perguntou a raposa.
__ Não. Que novidade é essa?
__ Acaba de ser assinada uma proclamação de paz entre todos os bichos da terra, da água e do ar. De hoje em diante, ninguém persegue mais ninguém. No reino animal haverá apenas paz, harmonia e amor.
__ Isso parece inacreditável! – comentou o galo.
__ Vamos, desça da árvore que eu lhe darei mais detalhes sobre o assunto – disse a raposa.
O galo, que de bobo não tinha nada, desconfiou que tudo não passava de um estratagema da raposa. Então, fingiu estar vendo alguém se aproximando.
__ Quem vem lá? Quem vem lá? – perguntou a raposa curiosa.
__ Uma matilha de cães de caça – respondeu o galo.
__ Bem...nesse caso é melhor eu me apressar – desculpou-se a raposa.
__ O que é isso, raposa? Você está com medo? Se a tal proclamação está mesmo em vigor, não há nada a temer. Os cães de caça não vão atacá-la como costumava fazer.
__ Talvez  eles ainda não saibam da proclamação. Adeusinho!
E lá se foi a raposa, com toda a pressa, em busca de uma outra presa para o seu almoço.

Moral da história: É preciso ter cuidado com amizades repentinas.
                                                       
                                   Fábula de Esopo

Fábula: A formiga e a pomba (primeira versão)


Uma Formiga foi à margem do rio para beber água e, sendo arrastada pela forte correnteza, estava prestes a se afogar.
Uma Pomba que estava numa árvore sobre a água, arrancou uma folha e a deixou cair na correnteza perto dela. A Formiga subiu na folha e flutuou em segurança até a margem.
Pouco tempo depois, um caçador de pássaros veio por baixo da árvore e se preparava para colocar varas com visgo perto da Pomba que repousava nos galhos alheia ao perigo.
A Formiga, percebendo sua intenção, deu-lhe uma ferroada no pé. Ele repentinamente deixou cair sua armadilha e, isso deu chance para que a Pomba voasse para longe a salvo.

Moral da História:  Quem é grato de coração sempre encontrará oportunidades para mostrar sua gratidão.
                                                      
                                                    Fábula de Esopo

Fábula: O CÃO E SEU REFLEXO

         Um cão estava se sentindo muito orgulhoso de si mesmo. Achara um enorme pedaço de carne e a levava na boca, pretendendo devorá-lo em paz em algum lugar.
          Ele chegou a um curso rio e começou a cruzar a estreita ponte que o levava para o outro lado. De repente, parou e olhou para baixo. Na superfície da água, viu seu próprio reflexo brilhando.
         O cão não se deu conta que estava olhando para si mesmo. Julgou estar vendo outro cão com um pedaço de carne na boca.
          Opa! Aquele pedaço de carne é maior que o meu, pensou ele. Vou pegá-lo e correr.  Dito e feito. Largou seu pedaço de carne para pegar o que estava na boca do outro cão. Naturalmente, seu pedaço caiu n`água e foi parar bem no fundo, deixando-o sem nada.

MORAL: Quem tudo quer tudo perde.
                                                                      Fábula de Esopo

Fábula: O Rato da Cidade e o Rato do Campo


    Um ratinho da cidade foi uma vez convidado para ir à casa de um rato do campo.
    Vendo que seu companheiro vivia pobremente de raízes e ervas, o rato da cidade convidou-o a morar com ele.
    __ Tenho muita pena da pobreza em que você vive-disse ele. Venha, morar comigo na cidade e você verá como lá a vida  é mais fácil.
     Lá se foram os dois para a cidade, onde se acomodaram numa casa rica e bonita.
     Foram ligo à despensa e estavam muito bem, comendo comidas fartas e gostosas, quando de repente uma pessoa com dois gatos, que pareceram enormes ao ratinho do campo.
     Os dois ratos correram espavoridos para se esconder.
     __ Eu vou para o meu campo – disse o rato do campo quando o perigo passou.
     __ Prefiro minhas raízes e ervas na calma, às suas comidas gostosas com todo esse susto.

Moral da História: Mais vale magro no mato, que gordo na boca do gato.

                                          Ruth Rocha. Fábulas de Esopo. Editora São Paulo.

Fábula: O leão e o rato



                        Uma vez, quando o leão estava dormindo, um ratinho pôs-se a passear em suas costas. Isso logo acordou o leão, que segurou o bichinho com sua enorme pata e abriu a boca enorme para engoli-lo.
            ___  Perdão, rei dos animais -  gritou o ratinho. - Deixe-me ir, não o incomodarei mais. Quem sabe se um dia não conseguirei pagar-lhe este favor?
            O leão riu-se muito ao pensar na possibilidade de o ratinho ajudá-lo em alguma coisa. Afinal, soltou-o.
            Algum tempo depois, o leão caiu numa armadilha. Os caçadores, que desejavam levá-lo vivo ao rei, amarraram-no numa árvore, enquanto iam providenciar uma carroça para transportá-lo. Nesse momento, apareceu o ratinho.
            Vendo o apuro em que se encontrava o leão, num instante roeu as cordas que o prendiam à árvore.
          ___ Eu não disse que talvez um dia pudesse ajudá-lo? - lembrou o rato.

Moral da história: Uma boa ação paga outra.

Adaptado de Fábulas de Esopo

Fábula: O LOBO E O CÃO - Ruth Rocha. Fábulas de Esopo


         Um lobo e um cão encontraram-se num caminho.
            Disse o lobo:
            __ Companheiro, você está com ótimo aspecto: gordo, o pêlo lustroso...Estou até com inveja...
            __ Ora, faça como eu - respondeu o cão.
            __ Arranje um bom amo. Eu tenho comida na hora certa, sou bem tratado...Minha única obrigação é latir à noite quando aparecem ladrões. Venha comigo e você terá o mesmo tratamento.
            O lobo achou ótima a idéia e se puseram a caminho. Mas de repente o lobo reparou numa coisa.
            __ O que é isso no seu pescoço?Parece um pouco esfolado...-observou ele.
            __ Bem – disse o cão - isso é da coleira. Sabe? Durante o dia meu amo me prende com uma coleira, que é para eu não assustar as pessoas que vêm visitá-lo.
            O lobo despediu-se do amigo ali mesmo:
            __ Vamos esquecer – disse ele. – Prefiro minha liberdade à sua fartura.

Poema: Chatice - José Paulo Paes

JACARÉ,
LARGA DO MEU PÉ,
DEIXE DE SER CHATO!

SE VOCÊ TEM FOME
ENTÃO VÊ SE COME
SÓ O MEU SAPATO.

E LARGA DO MEU PÉ
E VOLTA PRO SEU MATO,
JACARÉ!

Poema: Vaso de flores - Miriam Yallan


UMA FLOR NO VASO
OLHA O DIA INTEIRO
DA SUA JANELA
PARA O CANTEIRO                              

TODAS AS AMIGAS                  
VIVEM NO JARDIM,
SÓ ELA NO VASO,
SOLITÁRIA ASSIM.

Poema: Os super-heróis - Toquinho e Mutinho

(...)
EU SOU O HOMEM-ARANHA
E VOU LHES CONTAR UM PEQUENO SEGREDO:
SE ESQUEÇO DA REDE SUBINDO NUM PRÉDIO,
EU FICO MORENDO DE MEDO.

EU SOU O DETETIVE BATMAN
E ONTEM À TARDE PERDI MINHA AGULHA.
CAIU UM BOTÃO DA MINHA CAPA E EU
NÃO PUDE DE NOITE FAZER A PATRULHA.

EU SOU O LEAL SUPER-HOMEM,
E HOJE CEDINHO, ANTES DE IR PRO BATENTE,
ESTAVA COM SONO E PASSEI SEM QUERER
CRIPTONITA NA ESCOVA DE DENTE.

EU SOU O CONHECIDO HULK
EU VOU REVELAR UM SEGREDO CONTIDO:
NO CARNAVAL NA AVENIDA VOU ME FANTASIAR
DE ABACATE BATIDO.

EU SOU A MULHER-MARAVILHA
E SUPER-MULHER QUE SE PRESA NÃO MENTE:
EU FUI DAR UM BEIJO NO MEU NAMORADO,
E QUEBREI SEUS DENTINHOS DA FRENTE.

sábado, 30 de novembro de 2013

Fábula: O ratinho, o gato e o galo


O ratinho, o gato e o galo
Fábulas de Monteiro Lobato
           
             Certa manhã um ratinho saiu do buraco pela primeira vez. Queria conhecer o mundo e travar relações com tantas coisas bonitas de que falavam seus amigos.
            Admirou a luz do sol, o verde das árvores, a correnteza dos ribeirões, a habitação dos homens. E acabou penetrando no quintal de uma casa da roça.
            ___Sim, senhor. É interessante isto!
            Examinou tudo minuciosamente, farejou a tulha de milho e a estrebaria. Em seguida notou no terreiro um certo animal de belo pelo que dormia sossegado ao Sol. Aproximou-se dele e farejou-o  sem receio nenhum.
            Nisto aparece um galo que bate as asas e canta.
            O ratinho por um triz que não morreu de susto. Arrepiou-se todo e disparou como um raio para a toca. Lá contou à mamãe rata as aventuras do passeio.
            ___Observei muitas coisa interessante _ disse ele_ mas nada me impressionou tanto como dois animais que vi no terreiro. Um, de pelo bem macio e ar de bondoso, seduziu-me logo. Devia ser um desses bons amigos da nossa gente, e lamentei que estivesse a dormir, impedindo-me assim de cumprimentá-lo. O outro... Ai, que ainda me bate o coração! O outro era um bicho feroz, de penas amarelas, bicos pontudos, crista vermelha e aspecto ameaçador. Bateu as asas barulhentamente, abriu o bico e soltou um có-ri-có-có tamanho  que quase caí de costas. Fugi. Fugi com quantas pernas tinha, percebendo que devia ser o famoso gato que tamanha destruição faz no nosso povo.
            A mamãe rata assustou-se e disse:
            ___ Como te enganas, meu filho! O bicho de pelo macio e ar bondoso é que é o terrível gato. O outro, barulhento e espaventado, de olhar feroz e crista vermelha,  é o galo, uma ave que nunca nos fez mal nenhum.
            As aparências enganam meu filho!

Moral da história: Quem vê cara não vê coração.

sábado, 19 de outubro de 2013

Sequência Didática – BRINCANDO COM PORTINARI

Escola Municipal Dom Miguel Fenelon Câmara

1º ano – 2013- Turmas A e B – Professoras Silvania e Marli

Sequência  Didática– BRINCANDO COM PORTINARI

Direitos gerais de aprendizagem :  HISTÓRIA
ü  Identificar as práticas sociais, ... e culturais específicas dos seus grupos de convívio locais, regionais e nacionais, na localidade.
ü  Formular e expressar oral,mente uma reflexão a respeito das permanências e das mudanças ocorridas nos vários aspectos da vida em sociedade, ao longo do tempo e em diferentes lugares.
Identificar e comparar os diferentes tipos de registros documentais para a construção dos fatos históricos: ... obras de arte ..., dentre outros.

Direitos gerais de aprendizagem:  LÍNGUA PORTUGUESA
ü  Ler textos não-verbais, em diferentes suportes.
ü  Relacionar textos verbais e não-verbais, construindo sentidos
ü  Produzir e compreender textos orais e escritos com finalidades voltadas para a relexão e discussão acerca de temas sociais, ...

1º MOMENTO: Apresentação da biografia de Portinari e slides de suas obras. Destacar as obras que retratem as brincadeiras

2º MOMENTO:         LINGUAGEM ORAL
Fazer o relato das brincadeiras que costumam brincar em casa e na rua.

3º MOMENTO: CONSTRUÇÃO DO BRINQUEDO – BOLA

Material
ü  Jornal
ü  Fita adesiva
ü  Durex colorido

Modo de fazer:
ü  Amassar varias folhas de jornal formando uma bola consistente.
ü  Colar  a bola de jornal com fita adesiva até torná-la bem firme.
ü  Decorar a bola com fita adesiva.

4º MOMENTO: Brincar no pátio com a bola produzida de diversas maneiras:
ü  Chutar
ü  Arremessar
ü  Jogar para o alto, entre outras.

5º MOMENTO:
ü  Fazer desenhos do brinquedo ou brincadeira que mais gosta.
ü  Pintar com tinta guache com auxílio da ponta de um lápis, pincel ou ponta dos dedos.
ü  Socializar os trabalhos em painel no corredor da escola.

6º MOMENTO: Estudo do poema Jogo de bola de Cecília Meireles.
ü  Interpretação oral
ü  Identificação de palavras (pintar as palavras ditadas)
ü  Ilustração do poema e escrita da cena.

7º MOMENTO: Produção escrita.
Trabalho em dupla. Produção de uma lista com nomes de jogos e brincadeiras que podemos realizar usando a bola.

domingo, 13 de outubro de 2013

JOGRAL - TEMA: DROGAS

JOGRAL -  DROGAS: UMA QUESTÃO PREOCUPANTE



Narrador 1: No conjunto das drogas as mais utilizadas pelos jovens são as drogas lícitas: tabagismo, álcool e tranquilizantes.

Narrador 2: Somente em quarto lugar é que vem as drogas consideradas ilícitas, como a maconha, cocaína, crack, e outras...

Narrador 1: A pesquisa mais recente sobre drogas verificou que 11,2 % da população brasileira é dependente de bebidas alcoólicas, 9% de tabaco e 1% de maconha.

Narrador 2: Ou seja, 1 % nessa pesquisa correspondente, aproximadamente, a 1 milhão e 700 mil habitantes brasileiros que são usuários de maconha.

Narrador 1: Geralmente, pelo resultado da referida pesquisa, os meninos e meninas começam a usar drogas com a mesma idade (em média, aos 12 anos).

Narrador 2: A dependência provoca reações comportamentais diferentes entre os adolescentes.

Narrador 1: As mudanças de comportamento são mais evidentes nos meninos. Envolvimento com a polícia, atraso e abandono escolar são mais comuns entre os garotos.

Narrador 2: Já os sintomas depressivos são mais frequentes nas meninas.

Narrador 1: Podemos perceber ai que a chance de um jovem entrar em contato com as drogas é muito grande.

Narrador 2: Um dos maiores motivos pelos quais os adolescentes passam a usar essa substancia química é questão da curiosidade.

Narrador 1: São muitas as outras razões que levam um adolescente a experimentar drogas: problemas na família, falta de emprego, influência de terceiros...

Narrador 2: Existe uma fantasia que é a escalada da droga: de que se começar com um baseado, vai para o segundo, terceiro, e depois vai para a cocaína e para outras drogas mais fortes.

Narrador 1: Voltar nossa atenção para a escola poderia ser um bom enfrentamento dessa situação.

Narrador 2: Por isso que a Escola Dom Miguel elaborou um projeto retratando os problemas das drogas em nossa sociedade.

Narrador 1: Por meio de trabalho propostos em sala de aula com o tema Drogas, foi possível criar a seguinte peça teatral.




terça-feira, 1 de outubro de 2013

Peça teatral - Tema: Drogas

ESCOLA MUNICIPAL DOM MIGUEL FENELON CÂMARA
4º ano B- 2013              Professora Marli

PEÇA TEATRAL DROGAS+2013

PERSONAGENS
Pedro
Bebida alcoólica ( aluno 1)
Cigarro ( aluno 2)
Droga (aluno3)

CENÁRIO
Entrada da casa do Pedro (porta)

 NARRADOR:  Esta história acontece no tempo atual. Ela pode acontecer comigo, com você, ou seja, com qualquer um de nós. O personagem principal é Pedro um adolescente que poderia ser um vizinho ou colega de escola. Se veja nestas cenas e pense qual seria a sua reação.

CENA 1
BEBIDA ALCOÓLICA (aluno 1) chega com uma garrafa na mão toda esfarrapada e bêbada e bate na porta.

BEBIDA ALCOÓLICA - Toc... toc ... toc...

PEDRO: _Quem bate?

BEBIDA ALCOÓLICA : _Sou a bebida alcoólica!

PEDRO: _Bebida alcoólica? _Pra que bebida alcoólica? _Não! Vá embora! Prefiro dizer estou fora!

BEBIDA ALCOÓLICA : _Abra! Experimenta! Veja a alegria nos comerciais dos que bebem uma geladinha!!Preciso ver você caído nas ruas, sem nenhum abrigo. Sujo, esfarrapado e sem saída!

PEDRO : _Pode cair fora! Sou forte. Sou jovem e tenho uma vida à frente. Não preciso de você para ser feliz. _Sei o que fazer pra ficar longe de você!

(A BEBIDA alcoólica saiu cambaleando e vai embora resmungando e Pedro dá um suspiro bem profundo e cai na cadeira aliviado)
CENA II

(Logo chega o aluno 2 com um cigarro na boca e outro na orelha e vai bater na porta, mas antes dá um toque na mão da droga, que sai de cena gingando o corpo).

CIGARRO: Toc... Toc... Toc...

PEDRO _Quem bate?
CIGARRO: _Sou eu o cigarro!

PEDRO: _Cigarro? Pra que cigarro?_Você não é bem fedido! Além de ruim; é claro! Você me deixa com mau hálito e pode causar o câncer.

CIGARRO bem nervoso e esmurrando a porta.
CIGARRO: _Abraaa! Preciso destruir seus dentes! Preciso manchar seu pulmão e até prejudicar a sua vida com o câncer!!

PEDRO: _Nunca, acha que sou louco! Vá embora para sempre!

CIGARRO  abaixa a cabeça e sai de fininho.

CENA III

DROGA  (aluno 3 chega batendo na porta bem forte com um pacotinho na mão)

DROGA: Toc... toc... toc...

PEDRO (Pedro de dentro da sala vai caminhando até a porta)

PEDRO : _Quem bate?

DROGA:_Sou eu a droga!

PEDRO: _ Droga? Pra que droga?  E eu preciso disso?

DROGA: _ Abra só um pouquinho! Experimenta! Afinal muitos adultos usam, até os famosos. É só para você aliviar a cabeça.

PEDRO: __ Não! Vá embora. Não quero te conhecer muito menos experimentar!

DROGA: Tá certo, mas sempre vou cruzar seu caminho.
Sai balançando a cabeça e acenando com a mão (como dizendo espere para outro dia).


PEDRO : Imagine só se vou abrir as portas de minha vida para essas três tentações!
_Na minha vida feliz prefiro orar, estudar, ler, comer, dançar, ir ao cinema e ver TV.
_Sou forte podem crer!

Resistirei sempre! (abre
a palma da mão e mostra para o público)



segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Produção de texto - Fábula

ESCOLA MUNICIPAL DOM MIGUEL FENELON CÂMARA
4º ANO B          PROFESSORA MARLI            DATA: ___/ ___/ ___
ALUNO (A):______________________________________

PRODUÇÃO DE TEXTO

OS PROVÉRBIOS SÃO SEMPRE FRASES CURTAS E POPULARES COM UM ENSINAMENTO MORAL. CRIE UMA FÁBULA EM QUE A MORAL DA HISTÓRIA SEJA O PROVÉRBIO “ A “UNIÃO FAZ A FORÇA”.
 LEMBRE-SE:
ü  A FÁBULA É UM TEXTO NARRATIVO ONDE AS PERSONAGENS QUASE SEMPRE SÃO ANIMAIS.
ü  ELA TRANSMITE COMO MENSAGEM ( MORAL DA HISTÓRIA).  UMA LIÇÃO QUE DEVE SER RELACIONADA AO COMPORTAMENTO HUMANO.
ü  O TEXTO DEVE CONTER A PONTUAÇÃO NECESSÁRIA E A ORGANIZAÇÃO DE PARÁGRAFOS.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

TRABALHO TEMÁTICO: PATATIVA DO ASSARÉ

ESCOLA MUNICIPAL DOM MIGUEL FENELON CÂMARA
1ª FASE       ANO LETIVO – 2012            PROFESSORA MARLI

TRABALHO TEMÁTICO A PARTIR DO POEMA “NORDESTINOS SIM, NORDESTINADOS, NÃO,” DE PATATIVA DO ASSARÉ.

JUSTIFICATIVA
Os alunos da 1ª Fase do ano letivo de 2012 são oriundos em sua maioria do interior do estado de Alagoas. Vieram para a capital entre 8 a 20 anos atrás em busca de melhores condições de sobrevivência. Não frequentaram a escola em sua infância por causa do trabalho na lavoura ou devido à longa distância da escola para a sua residência e devido a este contexto, retornam a escola. Atualmente trabalham como vendedores ambulantes, faxineiras, babá, porteiro, jardineiro, pedreiro, entre outros. Moram aos arredores da escola ( Chã da Jaqueira, Loteamento Jardim Petrópolis, Conjunto João Sampaio, encostas e grotas).
Percebe-se que apesar das dificuldades encontradas alguns demonstram vontade em aprender  e se empolgam, demonstram concentração e atenção às explicações em sala de aula. A partir daí, questionam, solicitam as intervenções da professora para executarem as atividades em todas as áreas do conhecimento. Esta postura é percebida em todos os níveis de aprendizagem, inclusive aqueles que tem algumas noções quanto a leitura e a escrita e tem dificuldades em seu processo de aprendizagem.
Neste contexto, conclui-se que estes alunos além da aquisição da leitura e da escrita necessitam de diversos saberes que possibilitem um olhar diferenciado de sua realidade. Este projeto surge  como instrumento pedagógico para sistematizar conhecimentos de diversas áreas e conduzir a identificação de nosso alunado como nordestino. Como ponto de partida o conceito da origem geográfica somando com os valores culturais próprios de um povo singular. E em consequência disso, desmitificar o senso comum onde remete à condição social sem perspectivas de mudanças e transformações.
Neste sentido, o poema de Patativa do Assaré,  “Nordestinos sim, nordestinados, não” proporciona momentos pedagógicos de reflexão para os nossos alunos de EJA e instiga a uma mudança de postura em sua ação na sociedade. Além disso, partindo dele é possível tecer várias áreas do saber que foi construído ao longo do tempo.

PÚBLICO ALVO
Esta turma é composta de 28 alunos matriculados, mas, cerca de 20 estão frequentando e destes 12 a cada dia de aula. Tem como idade uma faixa entre 17 a  59 anos. Destas duas alunas são especiais, sendo uma delas surda- muda.

OBJETIVO GERAL
Possibilitar a identificação do aluno como ser histórico no espaço geográfico brasileiro valorizando sua identidade cultural.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS
ü  Conhecer a biografia de Patativa do Assaré e sua sensibilidade ao contexto nordestino.
ü  Discutir as características textuais de um poema.
ü  Interpretar os poemas do projeto.
ü  Analisar estrofes dos poemas com a realidade nordestina.
ü  Perceber as diferenças entre espaço geográfico urbano e espaço geográfico rural.
ü  Conhecer a linha do tempo.
ü  Identificar-se como um ser histórico na linha do tempo.
ü  Formular hipótese de perspectivas a partir dos slides Zoom.
ü  Perceber as características cartográficas de um mapa.
ü  Colorir diferentemente os estados políticos do Brasil.
ü  Distinguir as regiões geográficas do Brasil.
ü  Pintar o mapa de Alagoas destacando-o da Região Nordeste.
ü  Localizar no mapa de Alagoas a cidade de origem do aluno.
ü  Estabelecer relação entre o real e a linguagem cartográfica.
ü  Construir a maquete da sala de aula.
ü  Traçar o croqui da maquete da sala de aula com plástico filme.
ü  Especificar a localização do aluno na sala de aula em relação de seus colegas.
ü  Esquematizar coletivamente a planta baixa da sala de aula.
ü  Conhecer a biografia de Cândido Portinari e sua contribuição no campo da Arte.
ü  Comentar as características dos personagens presentes nas telas da série Retirantes de Cândido Portinari com o êxodo nordestino.
ü  Compreender as condições socioeconômicas do período do Cangaço.
ü  Elaborar uma releitura da tela Cangaceiro de Portinari.

ÁREAS DO CONHECIMENTO
ü  Língua Portuguesa
ü  Matemática
ü  História
ü  Geografia
ü  Ciências
ü  Arte
ü  Sociedade e Cultura

METODOLOGIA
Serão utilizados mecanismos metodológicos tais como: textos informativos, poesias, interpretação oral, discussão, documentário, slides, telas de Cândido Portinari, produções individuais de releituras de uma das obras de Portinari, trabalhos individuais e em grupo, socialização, entre outros.

AVALIAÇÃO
Será somativa e formativa ao abordar as áreas do conhecimento com o objetivo a formação do homem nos aspectos históricos, geográficos, culturais, crítico-social, entre outros. Também será observada durante todo o processo de aprendizagem a criatividade, a participação, o questionamento, o respeito às diferenças e as diversidades e a mudança de postura em sua visão como ser histórico e geográfico.

TEMPO PREVISTO
Um semestre.

CULMINÂNCIA
Exposição dos trabalhos individuais e em grupo produzidos neste projeto.

ATIVIDADES PROGRAMADAS

1º DIA: Biografia de Patativa do Assaré. Leitura compartilhada e vídeo. Interpretação oral.

2º DIA: Poema: Nordestinos sim, nordestinados não, de patativa do Assaré. Papel madeira. Mural da sala de aula. Leitura compartilhada. Interpretação oral e discussão de algumas estrofes.

3º DIA: Retomada do poema de Patativa do Assaré. Compreensão das características estruturais de um poema (versos, estrofes, rimas, entre outros). Discussão de outra estrofe relacionada com o tema social nordestino.

4º DIA: Poema: Cidadezinha qualquer, de Carlos Drummond de Andrade. Poema xerocado e no painel da sala de aula. Interpretação oral. Discussão sobre a intencionalidade do poeta ao caracterizar o espaço geográfico rural.

5º DIA: Retomada do poema de Carlos Drummond de Andrade. Recorte, colagem e escrita de cenas relacionadas ao poema trabalhado. Trabalho em grupo. Painel da sala de aula.

6º DIA: Retomada dos dois poemas trabalhados e relacionar com espaços geográficos rural e urbano. Identificação das diferenças. Recorte, colagem e escrita. Socialização.

7º DIA: A influência do homem na transformação do meio ambiente. Tipos de poluição (no ar, solo, água, sonora e visual). Recorte, colagem e escrita. Painel da sala de aula.

8º DIA: Poema: O açúcar, de Ferreira Gullar. Leitura compartilhada. Interpretação oral. Discussão relacionando com a realiada do estado de Alagoas. Fator socioeconômico. Estudo gramatical: letra ç e sílabas. Trabalho individual e coletivo.

9º DIA: A linha do tempo. Explanação do contexto histórico. Produção da linha do tempo do aluno e dos colegas da sala de aula. Demarcação de cinco em cinco anos. Demarcação do ano atual e dos de nascimento dos alunos presentes na aula. Trabalho coletivo.

10º DIA: Slides do livro Zoom. Compreensão de perspectivas de um foco e seu distanciamento.

11º DIA: Noções de cartografia. Mapa mundi. Explanação. Pintura de um planisfério com duas cores (azul para água e marrom para terra). Trabalho individual.

12º DIA: Mapa do Brasil. Explanação. Perceber a distinção dos estados políticos representados com cores diferentes. Pintura com cores diferentes distinguindo os estados brasileiros no mapa do Brasil. Trabalho individual.

13º DIA: Mapa das Regiões do Brasil. Explanação. Perceber a distinção das Regiões Brasileiras representadas com cores diferentes. Pintura com cores diferentes distinguindo as regiões brasileiras no mapa do Brasil. Trabalho individual.

14º DIA: Mapa da Região Nordeste. Explanação. Perceber a distinção dos estados políticos representados com cores diferentes da Região Nordeste. Pintura com uma cor diferente o estado de Alagoas distinguindo dos demais estados da região Nordeste. Trabalho individual.

15º DIA: Mapa de Alagoas. Localizar com alfinete colorido a cidade de origem do aluno. Socialização. Painel na sala de aula.

14º DIA: Construção da maquete da sala de aula com sucata. Trabalho em dupla. Demarcação do croqui da sala de aula em plástico filme. Discussão deste croqui com o desenho cartográfico de um mapa. Socialização dos trabalhos.

16º DIA: Planta baixa da sala de aula. Localização individual, dos colegas presentes na aula e cadeiras vazias. Percepção de lateralidade. Uso de legenda. Trabalho individual. Socialização.

17º DIA: Planta baixa da sala de aula em papel madeira. Organização de espaços, distribuição dos móveis e localização do aluno e dos colegas. Trabalho em grupo. Socialização.

18º DIA: Biografia de Cândido Portinari. Leitura compartilhada e interpretação oral.

19º DIA: Documentário Imaginário Portinari. Discussão a partir do vídeo assistido. Destaque da sensibilidade de Portinari para o contexto socioeconômico abordado em suas telas.

20º DIA: Slides das telas de Cândido Portinari. Exposição das séries do artista, mas tendo como foco as séries Retirantes e Cangaceiros. Êxodo rural. Contexto histórico deste período.

21º DIA: Releitura da Tela Cangaceiro de Cândido Portinari. Trabalho individual com pintura, recorte e colagem. Socialização.

22º DIA: Exposição dos trabalhos produzidos durante o processo do projeto.