Sequencia didática - Tarsila do Amaral

Sequencia didática - Tarsila do Amaral
SEQUENCIA DIDÁTICA TARSILA DO AMARAL -Releitura - 2010

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Fábula: O leão e o rato (segunda versão)


Um Leão foi acordado por um Rato que passou correndo sobre seu rosto. Com um salto ágil ele o capturou e estava pronto para matá-lo, quando o Rato suplicou:
        __ Se o senhor poupasse minha vida, tenho certeza que poderia um dia retribuir sua bondade.
        O Leão deu uma gargalhada de desprezo e o soltou.
        Aconteceu que pouco depois disso o Leão foi capturado por caçadores que o amarraram com fortes cordas no chão.
       O Rato, reconhecendo seu rugido, se aproximou, roeu as cordas e libertou-o dizendo:
       __ O senhor achou ridículo a idéia de que eu jamais seria capaz de ajudá-lo. Nunca esperava receber de mim qualquer compensação pelo seu favor; Mas agora sabe que é possível mesmo a um Rato conceber um favor a um poderoso Leão.

                               Fábula de Esopo

Moral da História:Os pequenos amigos podem se revelar grandes aliados.

Fábula: A lebre e a tartaruaga (segunda versão)

         
        A lebre estava se vangloriando de sua rapidez perante os outros animais da floresta.
__ Nunca perco de ninguém. Desafio todos aqui a tomar parte numa corrida comigo.
E desafiou a tartaruga.
A tartaruga disse:
 Aceito o desafio.
Todos os animais da floresta correram para não perder a corrida.
A lebre muito contente disse:
Isto parece brincadeira. Poderei dançar a sua volta, por todo o caminho.
Guarde sua presunção até ver quem ganha – recomendou a tartaruga.
A um sinal dado pelos outros animais, as duas partiram. A lebre saiu a toda velocidade.
Mais adiante, para demonstrar seu desprezo pela rival, deitou-se e tirou uma soneca.
A tartaruga continuou avançando, devagar e sempre.
Quando a lebre acordou, viu a tartaruga que já estava pertinho do ponto final, e não teve tempo de correr para chegar em primeiro lugar.
A lebre perdeu a corrida. Todos os animais da floresta comemoraram com muita alegria.
A tartaruga então disse:
Não adianta o esforço sem persistência.

Moral da história: Devagar se vai longe.

Fábula de Esopo

Leitura deleite: A primavera da lagarta - Ruth Rocha

                                                                                                             

         Já estavam todos se preparando para caçar a lagarta.
         — Abaixo a feiúra! — gritava a aranha, como se ela fosse muito bonita.
         — Morra a comilona! — exclamava o louva-a-deus como se ele não fosse comilão também.
         — Vamos acabar com a preguiçosa! — berrava a cigarra, esquecendo-se de sua fama de boa-vida.
         E lá se foram eles. Cantando e marchando.
         Um, dois, feijão com arroz... três, quatro, feijão no prato...
         Mas... a primavera havia chegado. Por toda parte havia flores na floresta. Até parecia festa...
         Os passarinhos cantavam. E as borboletas, quantas borboletas! De todas as cores, de todos os tamanhos, borboleteavam pela mata.
         E os caçadores procuravam pela lagarta.
         Um, dois... feijão com arroz...
         E perguntavam às borboletas que passavam:
         — Vocês viram a lagarta que morava na amoreira? Aquela preguiçosa, comilona, horrorosa?
         As borboletas riam, riam... Iam passando e não respondiam.
         Até que veio chegando uma linda borboleta.
         — Estão procurando a lagarta da amoreira?
         — Estamos sim! Aquela horrorosa! Comilona!
         E a borboleta bateu as asas e falou:
         — Pois sou eu...
         — Não é possível, não pode ser verdade! Você é linda!
         E a borboleta sorrindo, explicou:
         —Toda lagarta tem seu dia de borboleta. É só esperar pela primavera.







Fábula: A formiga e a pomba (segunda versão)

             Uma formiga sedenta veio a margem do rio para beber água.
           Para alcançá-la, devia descer por uma folha de grama.
           Quando assim fazia, escorregou e caiu dentro da correnteza.
         Uma pomba, pousada numa árvore próxima, viu a formiga em perigo. Rapidamente arrancou uma folha de árvore e deixou-a cair no rio, perto da formiga, que pôde subir e flutuar até a margem.
         Logo que alcançou a terra, a formiga viu um caçador de pássaros, que se escondia atrás de uma árvore, com uma rede nas mãos. Vendo a pomba em perigo, correu até o caçador e mordeu-lhe o calcanhar. A dor fez o caçador largar a rede e a pomba fugiu para um ramo mais alto.
          De lá ela arrolhou para a formiga.
          __ Obrigada, querida amiga.

Moral da história: Uma boa ação se paga com outra.

                                                Fábula de Esopo

Fábula: A lebre e a tartaruga (primeira versão)

          No verão, a floresta fica mais alegre.
          O sol espanta a coruja que fecha os olhos e entra no toco mais cedo.
         A preguiça dorme entre as folhas. Os macacos balançam nos galhos, enquanto o tatu cava buracos para procurar raízes.
         Muito silenciosa, a tartaruga escuta o macaco dizer:
         __ A lebre é o animal mais veloz da mata.
         Lá embaixo, o tatu responde:
         __ Mas a tartaruga é mais resistente. Ela anda muito mais.
         A onça-pintada, que estava sentada à sombra, ouviu a conversa e disse:
         __  Vamos ver quem é o melhor. Aquele que chegar primeiro no lago é o campeão da mata.
         __ Será a lebre ou a tartaruga?
         Todos os bichos ficaram animados. A lebre saiu correndo. A tartaruga andava bem devagar. Arrastava o
casco e parecia que não ia
chegar.
         No meio do caminho, a lebre ficou cansada. Já estava tão longe da tartaruga que se deitou à sombra de uma árvore e dormiu um sono profundo.
         E foi assim que a tartaruga, com seu passo miúdo e lento, passou à frente da lebre. Chegou primeiro ao lago e foi beber água.

Moral: Quem corre cansa e devagar se vai ao longe.

                                                       Fábula de Esopo

                                  

Fábula: O leão e o rato (primeira versão)

     Era uma vez um leão que dormia sossegado, quando foi acordado, quando foi acordado por um rato.
     O rato passou correndo sobre a cara do leão.
     Com um rápido salto, ele capturou o rato. E já estava pronto para matá-lo.
     O rato suplicou “se o senhor poupar a minha vida, um dia retribuirei sua bondade”. O leão achou muito engraçado o pedido e acabou poupando a vida do ratinho.
     Alguns dias depois, o leão foi capturado por caçadores que o amarraram com fortes cordas na árvore.
     Um pouco depois, o rato passou por lá e viu o leão todo amarrado. Imediatamente o rato começou a roer as cordas soltando assim o leão.

Moral da história: Os pequenos amigos podem se revelar grandes aliados.
                                                             Fábula de Esopo

Fábula: O galo e a raposa


O galo cacarejava em cima de uma árvore. Vendo-o ali, a raposa tratou de bolar uma estratégia para que ele descesse e fosse o prato principal de seu almoço.
__ Você já ficou sabendo da grande novidade, galo? – perguntou a raposa.
__ Não. Que novidade é essa?
__ Acaba de ser assinada uma proclamação de paz entre todos os bichos da terra, da água e do ar. De hoje em diante, ninguém persegue mais ninguém. No reino animal haverá apenas paz, harmonia e amor.
__ Isso parece inacreditável! – comentou o galo.
__ Vamos, desça da árvore que eu lhe darei mais detalhes sobre o assunto – disse a raposa.
O galo, que de bobo não tinha nada, desconfiou que tudo não passava de um estratagema da raposa. Então, fingiu estar vendo alguém se aproximando.
__ Quem vem lá? Quem vem lá? – perguntou a raposa curiosa.
__ Uma matilha de cães de caça – respondeu o galo.
__ Bem...nesse caso é melhor eu me apressar – desculpou-se a raposa.
__ O que é isso, raposa? Você está com medo? Se a tal proclamação está mesmo em vigor, não há nada a temer. Os cães de caça não vão atacá-la como costumava fazer.
__ Talvez  eles ainda não saibam da proclamação. Adeusinho!
E lá se foi a raposa, com toda a pressa, em busca de uma outra presa para o seu almoço.

Moral da história: É preciso ter cuidado com amizades repentinas.
                                                       
                                   Fábula de Esopo

Fábula: A formiga e a pomba (primeira versão)


Uma Formiga foi à margem do rio para beber água e, sendo arrastada pela forte correnteza, estava prestes a se afogar.
Uma Pomba que estava numa árvore sobre a água, arrancou uma folha e a deixou cair na correnteza perto dela. A Formiga subiu na folha e flutuou em segurança até a margem.
Pouco tempo depois, um caçador de pássaros veio por baixo da árvore e se preparava para colocar varas com visgo perto da Pomba que repousava nos galhos alheia ao perigo.
A Formiga, percebendo sua intenção, deu-lhe uma ferroada no pé. Ele repentinamente deixou cair sua armadilha e, isso deu chance para que a Pomba voasse para longe a salvo.

Moral da História:  Quem é grato de coração sempre encontrará oportunidades para mostrar sua gratidão.
                                                      
                                                    Fábula de Esopo

Fábula: O CÃO E SEU REFLEXO

         Um cão estava se sentindo muito orgulhoso de si mesmo. Achara um enorme pedaço de carne e a levava na boca, pretendendo devorá-lo em paz em algum lugar.
          Ele chegou a um curso rio e começou a cruzar a estreita ponte que o levava para o outro lado. De repente, parou e olhou para baixo. Na superfície da água, viu seu próprio reflexo brilhando.
         O cão não se deu conta que estava olhando para si mesmo. Julgou estar vendo outro cão com um pedaço de carne na boca.
          Opa! Aquele pedaço de carne é maior que o meu, pensou ele. Vou pegá-lo e correr.  Dito e feito. Largou seu pedaço de carne para pegar o que estava na boca do outro cão. Naturalmente, seu pedaço caiu n`água e foi parar bem no fundo, deixando-o sem nada.

MORAL: Quem tudo quer tudo perde.
                                                                      Fábula de Esopo

Fábula: O Rato da Cidade e o Rato do Campo


    Um ratinho da cidade foi uma vez convidado para ir à casa de um rato do campo.
    Vendo que seu companheiro vivia pobremente de raízes e ervas, o rato da cidade convidou-o a morar com ele.
    __ Tenho muita pena da pobreza em que você vive-disse ele. Venha, morar comigo na cidade e você verá como lá a vida  é mais fácil.
     Lá se foram os dois para a cidade, onde se acomodaram numa casa rica e bonita.
     Foram ligo à despensa e estavam muito bem, comendo comidas fartas e gostosas, quando de repente uma pessoa com dois gatos, que pareceram enormes ao ratinho do campo.
     Os dois ratos correram espavoridos para se esconder.
     __ Eu vou para o meu campo – disse o rato do campo quando o perigo passou.
     __ Prefiro minhas raízes e ervas na calma, às suas comidas gostosas com todo esse susto.

Moral da História: Mais vale magro no mato, que gordo na boca do gato.

                                          Ruth Rocha. Fábulas de Esopo. Editora São Paulo.

Fábula: O leão e o rato



                        Uma vez, quando o leão estava dormindo, um ratinho pôs-se a passear em suas costas. Isso logo acordou o leão, que segurou o bichinho com sua enorme pata e abriu a boca enorme para engoli-lo.
            ___  Perdão, rei dos animais -  gritou o ratinho. - Deixe-me ir, não o incomodarei mais. Quem sabe se um dia não conseguirei pagar-lhe este favor?
            O leão riu-se muito ao pensar na possibilidade de o ratinho ajudá-lo em alguma coisa. Afinal, soltou-o.
            Algum tempo depois, o leão caiu numa armadilha. Os caçadores, que desejavam levá-lo vivo ao rei, amarraram-no numa árvore, enquanto iam providenciar uma carroça para transportá-lo. Nesse momento, apareceu o ratinho.
            Vendo o apuro em que se encontrava o leão, num instante roeu as cordas que o prendiam à árvore.
          ___ Eu não disse que talvez um dia pudesse ajudá-lo? - lembrou o rato.

Moral da história: Uma boa ação paga outra.

Adaptado de Fábulas de Esopo

Fábula: O LOBO E O CÃO - Ruth Rocha. Fábulas de Esopo


         Um lobo e um cão encontraram-se num caminho.
            Disse o lobo:
            __ Companheiro, você está com ótimo aspecto: gordo, o pêlo lustroso...Estou até com inveja...
            __ Ora, faça como eu - respondeu o cão.
            __ Arranje um bom amo. Eu tenho comida na hora certa, sou bem tratado...Minha única obrigação é latir à noite quando aparecem ladrões. Venha comigo e você terá o mesmo tratamento.
            O lobo achou ótima a idéia e se puseram a caminho. Mas de repente o lobo reparou numa coisa.
            __ O que é isso no seu pescoço?Parece um pouco esfolado...-observou ele.
            __ Bem – disse o cão - isso é da coleira. Sabe? Durante o dia meu amo me prende com uma coleira, que é para eu não assustar as pessoas que vêm visitá-lo.
            O lobo despediu-se do amigo ali mesmo:
            __ Vamos esquecer – disse ele. – Prefiro minha liberdade à sua fartura.

Poema: Chatice - José Paulo Paes

JACARÉ,
LARGA DO MEU PÉ,
DEIXE DE SER CHATO!

SE VOCÊ TEM FOME
ENTÃO VÊ SE COME
SÓ O MEU SAPATO.

E LARGA DO MEU PÉ
E VOLTA PRO SEU MATO,
JACARÉ!

Poema: Vaso de flores - Miriam Yallan


UMA FLOR NO VASO
OLHA O DIA INTEIRO
DA SUA JANELA
PARA O CANTEIRO                              

TODAS AS AMIGAS                  
VIVEM NO JARDIM,
SÓ ELA NO VASO,
SOLITÁRIA ASSIM.

Poema: Os super-heróis - Toquinho e Mutinho

(...)
EU SOU O HOMEM-ARANHA
E VOU LHES CONTAR UM PEQUENO SEGREDO:
SE ESQUEÇO DA REDE SUBINDO NUM PRÉDIO,
EU FICO MORENDO DE MEDO.

EU SOU O DETETIVE BATMAN
E ONTEM À TARDE PERDI MINHA AGULHA.
CAIU UM BOTÃO DA MINHA CAPA E EU
NÃO PUDE DE NOITE FAZER A PATRULHA.

EU SOU O LEAL SUPER-HOMEM,
E HOJE CEDINHO, ANTES DE IR PRO BATENTE,
ESTAVA COM SONO E PASSEI SEM QUERER
CRIPTONITA NA ESCOVA DE DENTE.

EU SOU O CONHECIDO HULK
EU VOU REVELAR UM SEGREDO CONTIDO:
NO CARNAVAL NA AVENIDA VOU ME FANTASIAR
DE ABACATE BATIDO.

EU SOU A MULHER-MARAVILHA
E SUPER-MULHER QUE SE PRESA NÃO MENTE:
EU FUI DAR UM BEIJO NO MEU NAMORADO,
E QUEBREI SEUS DENTINHOS DA FRENTE.

sábado, 30 de novembro de 2013

Fábula: O ratinho, o gato e o galo


O ratinho, o gato e o galo
Fábulas de Monteiro Lobato
           
             Certa manhã um ratinho saiu do buraco pela primeira vez. Queria conhecer o mundo e travar relações com tantas coisas bonitas de que falavam seus amigos.
            Admirou a luz do sol, o verde das árvores, a correnteza dos ribeirões, a habitação dos homens. E acabou penetrando no quintal de uma casa da roça.
            ___Sim, senhor. É interessante isto!
            Examinou tudo minuciosamente, farejou a tulha de milho e a estrebaria. Em seguida notou no terreiro um certo animal de belo pelo que dormia sossegado ao Sol. Aproximou-se dele e farejou-o  sem receio nenhum.
            Nisto aparece um galo que bate as asas e canta.
            O ratinho por um triz que não morreu de susto. Arrepiou-se todo e disparou como um raio para a toca. Lá contou à mamãe rata as aventuras do passeio.
            ___Observei muitas coisa interessante _ disse ele_ mas nada me impressionou tanto como dois animais que vi no terreiro. Um, de pelo bem macio e ar de bondoso, seduziu-me logo. Devia ser um desses bons amigos da nossa gente, e lamentei que estivesse a dormir, impedindo-me assim de cumprimentá-lo. O outro... Ai, que ainda me bate o coração! O outro era um bicho feroz, de penas amarelas, bicos pontudos, crista vermelha e aspecto ameaçador. Bateu as asas barulhentamente, abriu o bico e soltou um có-ri-có-có tamanho  que quase caí de costas. Fugi. Fugi com quantas pernas tinha, percebendo que devia ser o famoso gato que tamanha destruição faz no nosso povo.
            A mamãe rata assustou-se e disse:
            ___ Como te enganas, meu filho! O bicho de pelo macio e ar bondoso é que é o terrível gato. O outro, barulhento e espaventado, de olhar feroz e crista vermelha,  é o galo, uma ave que nunca nos fez mal nenhum.
            As aparências enganam meu filho!

Moral da história: Quem vê cara não vê coração.

sábado, 19 de outubro de 2013

Sequência Didática – BRINCANDO COM PORTINARI

Escola Municipal Dom Miguel Fenelon Câmara

1º ano – 2013- Turmas A e B – Professoras Silvania e Marli

Sequência  Didática– BRINCANDO COM PORTINARI

Direitos gerais de aprendizagem :  HISTÓRIA
ü  Identificar as práticas sociais, ... e culturais específicas dos seus grupos de convívio locais, regionais e nacionais, na localidade.
ü  Formular e expressar oral,mente uma reflexão a respeito das permanências e das mudanças ocorridas nos vários aspectos da vida em sociedade, ao longo do tempo e em diferentes lugares.
Identificar e comparar os diferentes tipos de registros documentais para a construção dos fatos históricos: ... obras de arte ..., dentre outros.

Direitos gerais de aprendizagem:  LÍNGUA PORTUGUESA
ü  Ler textos não-verbais, em diferentes suportes.
ü  Relacionar textos verbais e não-verbais, construindo sentidos
ü  Produzir e compreender textos orais e escritos com finalidades voltadas para a relexão e discussão acerca de temas sociais, ...

1º MOMENTO: Apresentação da biografia de Portinari e slides de suas obras. Destacar as obras que retratem as brincadeiras

2º MOMENTO:         LINGUAGEM ORAL
Fazer o relato das brincadeiras que costumam brincar em casa e na rua.

3º MOMENTO: CONSTRUÇÃO DO BRINQUEDO – BOLA

Material
ü  Jornal
ü  Fita adesiva
ü  Durex colorido

Modo de fazer:
ü  Amassar varias folhas de jornal formando uma bola consistente.
ü  Colar  a bola de jornal com fita adesiva até torná-la bem firme.
ü  Decorar a bola com fita adesiva.

4º MOMENTO: Brincar no pátio com a bola produzida de diversas maneiras:
ü  Chutar
ü  Arremessar
ü  Jogar para o alto, entre outras.

5º MOMENTO:
ü  Fazer desenhos do brinquedo ou brincadeira que mais gosta.
ü  Pintar com tinta guache com auxílio da ponta de um lápis, pincel ou ponta dos dedos.
ü  Socializar os trabalhos em painel no corredor da escola.

6º MOMENTO: Estudo do poema Jogo de bola de Cecília Meireles.
ü  Interpretação oral
ü  Identificação de palavras (pintar as palavras ditadas)
ü  Ilustração do poema e escrita da cena.

7º MOMENTO: Produção escrita.
Trabalho em dupla. Produção de uma lista com nomes de jogos e brincadeiras que podemos realizar usando a bola.

domingo, 13 de outubro de 2013

JOGRAL - TEMA: DROGAS

JOGRAL -  DROGAS: UMA QUESTÃO PREOCUPANTE



Narrador 1: No conjunto das drogas as mais utilizadas pelos jovens são as drogas lícitas: tabagismo, álcool e tranquilizantes.

Narrador 2: Somente em quarto lugar é que vem as drogas consideradas ilícitas, como a maconha, cocaína, crack, e outras...

Narrador 1: A pesquisa mais recente sobre drogas verificou que 11,2 % da população brasileira é dependente de bebidas alcoólicas, 9% de tabaco e 1% de maconha.

Narrador 2: Ou seja, 1 % nessa pesquisa correspondente, aproximadamente, a 1 milhão e 700 mil habitantes brasileiros que são usuários de maconha.

Narrador 1: Geralmente, pelo resultado da referida pesquisa, os meninos e meninas começam a usar drogas com a mesma idade (em média, aos 12 anos).

Narrador 2: A dependência provoca reações comportamentais diferentes entre os adolescentes.

Narrador 1: As mudanças de comportamento são mais evidentes nos meninos. Envolvimento com a polícia, atraso e abandono escolar são mais comuns entre os garotos.

Narrador 2: Já os sintomas depressivos são mais frequentes nas meninas.

Narrador 1: Podemos perceber ai que a chance de um jovem entrar em contato com as drogas é muito grande.

Narrador 2: Um dos maiores motivos pelos quais os adolescentes passam a usar essa substancia química é questão da curiosidade.

Narrador 1: São muitas as outras razões que levam um adolescente a experimentar drogas: problemas na família, falta de emprego, influência de terceiros...

Narrador 2: Existe uma fantasia que é a escalada da droga: de que se começar com um baseado, vai para o segundo, terceiro, e depois vai para a cocaína e para outras drogas mais fortes.

Narrador 1: Voltar nossa atenção para a escola poderia ser um bom enfrentamento dessa situação.

Narrador 2: Por isso que a Escola Dom Miguel elaborou um projeto retratando os problemas das drogas em nossa sociedade.

Narrador 1: Por meio de trabalho propostos em sala de aula com o tema Drogas, foi possível criar a seguinte peça teatral.




terça-feira, 1 de outubro de 2013

Peça teatral - Tema: Drogas

ESCOLA MUNICIPAL DOM MIGUEL FENELON CÂMARA
4º ano B- 2013              Professora Marli

PEÇA TEATRAL DROGAS+2013

PERSONAGENS
Pedro
Bebida alcoólica ( aluno 1)
Cigarro ( aluno 2)
Droga (aluno3)

CENÁRIO
Entrada da casa do Pedro (porta)

 NARRADOR:  Esta história acontece no tempo atual. Ela pode acontecer comigo, com você, ou seja, com qualquer um de nós. O personagem principal é Pedro um adolescente que poderia ser um vizinho ou colega de escola. Se veja nestas cenas e pense qual seria a sua reação.

CENA 1
BEBIDA ALCOÓLICA (aluno 1) chega com uma garrafa na mão toda esfarrapada e bêbada e bate na porta.

BEBIDA ALCOÓLICA - Toc... toc ... toc...

PEDRO: _Quem bate?

BEBIDA ALCOÓLICA : _Sou a bebida alcoólica!

PEDRO: _Bebida alcoólica? _Pra que bebida alcoólica? _Não! Vá embora! Prefiro dizer estou fora!

BEBIDA ALCOÓLICA : _Abra! Experimenta! Veja a alegria nos comerciais dos que bebem uma geladinha!!Preciso ver você caído nas ruas, sem nenhum abrigo. Sujo, esfarrapado e sem saída!

PEDRO : _Pode cair fora! Sou forte. Sou jovem e tenho uma vida à frente. Não preciso de você para ser feliz. _Sei o que fazer pra ficar longe de você!

(A BEBIDA alcoólica saiu cambaleando e vai embora resmungando e Pedro dá um suspiro bem profundo e cai na cadeira aliviado)
CENA II

(Logo chega o aluno 2 com um cigarro na boca e outro na orelha e vai bater na porta, mas antes dá um toque na mão da droga, que sai de cena gingando o corpo).

CIGARRO: Toc... Toc... Toc...

PEDRO _Quem bate?
CIGARRO: _Sou eu o cigarro!

PEDRO: _Cigarro? Pra que cigarro?_Você não é bem fedido! Além de ruim; é claro! Você me deixa com mau hálito e pode causar o câncer.

CIGARRO bem nervoso e esmurrando a porta.
CIGARRO: _Abraaa! Preciso destruir seus dentes! Preciso manchar seu pulmão e até prejudicar a sua vida com o câncer!!

PEDRO: _Nunca, acha que sou louco! Vá embora para sempre!

CIGARRO  abaixa a cabeça e sai de fininho.

CENA III

DROGA  (aluno 3 chega batendo na porta bem forte com um pacotinho na mão)

DROGA: Toc... toc... toc...

PEDRO (Pedro de dentro da sala vai caminhando até a porta)

PEDRO : _Quem bate?

DROGA:_Sou eu a droga!

PEDRO: _ Droga? Pra que droga?  E eu preciso disso?

DROGA: _ Abra só um pouquinho! Experimenta! Afinal muitos adultos usam, até os famosos. É só para você aliviar a cabeça.

PEDRO: __ Não! Vá embora. Não quero te conhecer muito menos experimentar!

DROGA: Tá certo, mas sempre vou cruzar seu caminho.
Sai balançando a cabeça e acenando com a mão (como dizendo espere para outro dia).


PEDRO : Imagine só se vou abrir as portas de minha vida para essas três tentações!
_Na minha vida feliz prefiro orar, estudar, ler, comer, dançar, ir ao cinema e ver TV.
_Sou forte podem crer!

Resistirei sempre! (abre
a palma da mão e mostra para o público)



segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Produção de texto - Fábula

ESCOLA MUNICIPAL DOM MIGUEL FENELON CÂMARA
4º ANO B          PROFESSORA MARLI            DATA: ___/ ___/ ___
ALUNO (A):______________________________________

PRODUÇÃO DE TEXTO

OS PROVÉRBIOS SÃO SEMPRE FRASES CURTAS E POPULARES COM UM ENSINAMENTO MORAL. CRIE UMA FÁBULA EM QUE A MORAL DA HISTÓRIA SEJA O PROVÉRBIO “ A “UNIÃO FAZ A FORÇA”.
 LEMBRE-SE:
ü  A FÁBULA É UM TEXTO NARRATIVO ONDE AS PERSONAGENS QUASE SEMPRE SÃO ANIMAIS.
ü  ELA TRANSMITE COMO MENSAGEM ( MORAL DA HISTÓRIA).  UMA LIÇÃO QUE DEVE SER RELACIONADA AO COMPORTAMENTO HUMANO.
ü  O TEXTO DEVE CONTER A PONTUAÇÃO NECESSÁRIA E A ORGANIZAÇÃO DE PARÁGRAFOS.