Sequencia didática - Tarsila do Amaral

Sequencia didática - Tarsila do Amaral
SEQUENCIA DIDÁTICA TARSILA DO AMARAL -Releitura - 2010

sábado, 3 de janeiro de 2015

PRODUÇÃO DE TEXTO: O MEU BAIRRO

PRODUÇÃO DE TEXTO: O MEU BAIRRO

CONTEXTUALIZAÇÃO

Esta produção textual foi elaborada a partir de leituras dos textos produzidos pelos alunos de EJA no 4º Caderno de Produções Coletivas. Foram escolhidos pela professora aqueles que possibilitassem por meio da leitura, o desenvolvimento dos alunos quanto ao senso crítico sobre a realidade do bairro em que moram.
Na tentativa de superar conceitos do senso comum presentes na primeira versão do texto, a professora realizou um trabalho de reescrita coletiva, enriquecendo-o com outras leituras, inclusive, com relatos das experiências de mobilizações de bairros.
Assim, os alunos foram compreendendo que as modificações de sua comunidade dependem da organização coletiva da população, a qual servirá de mecanismo na mudança do destino de todos, tornando-os autores da sua própria história e não apenas seus expectadores.

Produção textual: O MEU BAIRRO

“Eu moro no Clima Bom há 12 anos. Quando vim morar aqui no Clima bom, era bem melhor, em parte, porque tinha menos violência e não tinha tanto bandido quanto hoje.
Com o tempo, a população foi aumentando e o Clima Bom foi se tornando em uma pequena cidade com: lojas, posto de saúde, mais escolas, armarinhos e outros pontos comerciais. Também foram construídos conjuntos residenciais como: Rosane Collor, Osman Loureiro, Colibri e Luiz Pedro II, onde fica a escola em que estudamos.
Portanto, precisamos nos reunir para lutar pelos nossos direitos de cidadãos, como, por exemplo: policiamento, saneamento básico, água tratada, transporte, educação para nossas crianças e uma melhor qualidade de vida para todos. Assim, valeria o nome de nosso bairro: Clima Bom”.

Vanúzia da Silva, 25 anos, 2ª Fase
Profª Marli Santana
Escola de Ensino Fundamental Luiz Pedro da Silva II
Bairro: Clima  Bom


REFLETINDO SOBRE O TEXTO


1-      Quais os sinais de progresso estão presentes em seu bairro?

2-      Aponte os maiores problemas enfrentados em sua comunidade?


3-      Na sua opinião, quais as mobilizações que poderiam se realizadas para superar os problemas que você indicou no item 2?

4-      Uma das dificuldades salientada pela autora do texto em seu bairro é a violência. Para você, quais as causas da violência?



5-      Depende de quem a superação da dificuldade apontada na questão anterior?



Fonte: V Caderno de Produções Coletivas – Educação de Jovens e Adultos – Semed – Maceió - 2003

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

FÁBULA DO CURRÍCULO DE ATIVIDADES

FÁBULA DO CURRÍCULO DE ATIVIDADES

Certa vez, os animais decidiram fazer alguma coisa para resolver os problemas do “novo mundo”, e assim organizaram uma escola.  Adotaram um currículo de atividades: corrida, natação, escalada e vôo. Para facilitar a administração, os animais matricularam-se em todas as disciplinas.
O pato era excelente estudante em natação, de fato, o melhor que o próprio instrutor, mas recebia notas apenas suficientes para aprovação em vôo e fracas em corrida. Sendo muito fraco em corrida, ele tinha que permanecer na escola depois das aulas e  até deixou a natação para praticar corrida.
Continuou nesse passo até que suas patas ficaram bastante feridas e por isso tornou-se apenas razoável em natação. Mas razoável era um grau mais aceitável na escola e ninguém se incomodou com o caso, a não ser o pato.
O coelho começou em primeiro lugar nas aulas de corrida, mas teve um colapso nervoso a tanto trabalho em natação.
O esquilo era excelente em escalar, mas desenvolveu uma frustração nas aulas de vôo, porque seu professor fez que começasse do chão para o alto, em vez de começar de cima da árvore para o chão. Desenvolveu também câimbras devido super-exercício e então tirou um C em escalada e um D em corrida.
A águia era uma criança-problema e foi disciplinada severamente. Nas aulas de subida em árvore, ela ganhava de todos, mas insistia em usar seus próprios métodos para chegar lá.
No final do ano letivo, uma enguia anormal que poderia nadar muito bem e também correr, escalar e voar um pouco, teve o grau mais elevado e foi a oradora da turma.


Dr. G. H. Reavis

(Tradução do Prof. Nélio Parra, da FUSP)

FÁBULA PARA RELEXÃO PEDAGÓGICA : As duas rãs

FÁBULA PARA RELEXÃO PEDAGÓGICA : As duas rãs

Autor desconhecido

Era uma vez duas rãs que caíram num tacho de creme.  A primeira rã, ao ver que aquele líquido branco não dava pé, aceitou seu destino e se afogou.
A segunda rã não gostou da perspectiva. Ficou se debatendo no creme e fez o que pode para ficar `a tona. Passando algum tempo, aquela agitação toda fez o creme virar manteiga e ela conseguiu pular do tacho.
Que lições podemos tirar desta história?
Nós podemos modificar as condições que nos rodeiam. O ser humano, há milhares de anos, vem transformando o meio ambiente ao interferir na natureza para procurar melhorar as suas próprias condições de vida. Com esforço, determinação, persistência e decisão de lutar pelo que deseja, é possível também construir uma escola de qualidade, desde quando saibamos o que queremos e onde desejamos chegar.

E você, o que acha? Com a experiência e visão de mundo que tem, certamente enxergará outros aspectos que não estão contemplados no comentário anterior.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

FÁBULA: A CORUJA E A ÁGUIA (Monteiro Lobato)

Coruja e águia, depois de muita briga, resolveram fazer as pazes.
__ Basta de guerra - disse a coruja. O mundo é tão grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.
__ Perfeitamente - respondeu a águia. - Também eu não quero outra coisa.
__ Nesse caso combinemos isto: de agora em diante não comerás nunca os meus filhotes.
__Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes?
__ Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.
__ Está feito! - concluiu a águia.
Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.
__ Horríveis bichos! - disse ela. Vê-se logo que não são os filhos da coruja.
E comeu-os.
Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi justar contas com a rainha das aves.
__ Quê? - disse esta, admirada. Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos? Pois, olha, não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste...

Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai. Lá diz o ditado: quem o feio ama, bonito lhe parece.

Atividades para pontuação e paragrafação - Gênero textual - PIADA

Atividades para pontuação e paragrafação

Gênero textual - PIADA

Os meninos tinham um campinho de futebol ao lado da estação de trem tanto treinaram e tanto jogaram que até acabaram organizando um time direitinho com camisetas chuteiras traves e juiz mas logo no primeiro dia de jogo o diretor da ferrovia chegou para eles e disse jogar pode mas sem juiz senhor diretor aí não dá mas porque sem juiz é que toda vez que ele apita uma falta parte um trem.

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Pai eu estava andando pelo mato e vi uma cobra mas nem me assustei, pois sabia que ela era filhote E como você sabia disso meu filho É que ela estava brincando com um chocalho 
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Duas vacas estavam conversando A primeira vaca disse Muuuuu E a segunda Nossa  você tirou as palavras da minha boca
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Dois loucos conversavam sobre correspondências quando um deles disse Mandei uma carta para mim mesmo Puxa que legal O que ela dizia Como vou saber se ainda não recebi


 www.criancas.uol.com.br/piadas/piadas_bichos.jhtm

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A professora fala Essa não Luizinho O que foi agora professora Como é que você consegue fazer tanta besteira em um dia só É que eu acordo cedo  professora
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O cara encontrou o amigo e contou sabia que o Joca morreu Morreu nada é boato Tem certeza Tenho Claro Chii então fizemos uma brincadeira de mal gosto com o coitado o que foi Acabamos de enterrar ele

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Música: A Lista - Oswaldo Montenegro


Música: A Lista

                                          Oswaldo Montenegro


Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais
Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar!

Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar
Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora
Hoje é do jeito que achou que seria?

Quantos amigos você jogou fora
Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber
Quantas mentiras você condenava
Quantas você teve que cometer

Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você
Quantas canções que você não cantava
Hoje assovia pra sobreviver
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você
Faça uma lista de grandes amigos

Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você

Link: http://www.vagalume.com.br/oswaldo-montenegro/a-lista.html#ixzz3Miew348c


Texto: Os amigos se respeitam

Texto: Os amigos se respeitam

        Bárbara tinha nove anos. Gostava muito de brincar com suas amigas na rua ou na casa delas.
        Mas não levava ninguém para sua própria casa. Dizia que era para não estragarem seus brinquedos. Ela também não gostava que as outras meninas rejeitassem as brincadeiras que ela sugeria, e todas tinham que brincar na hora que a Bárbara queria.
        Quando ela recebia a visita dos primos, não tinha mais tempo para as amigas. Aos poucos, as meninas começaram a dar desculpas para não brincar com ela.
        Com o tempo, ela ficou completamente sozinha e triste. Mas isso serviu para que ela aprendesse que os amigos são importantes.
        Bárbara decidiu mudar. Não foi fácil, mas ela se esforçou. Suas amigas perceberam a mudança e agora, todas se reúnem novamente com ela para brincar.
        E você, respeita seus amigos?


                                                                      Gabriel Cruz Viana, 10 anos.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Leitura deleite: Sua Alteza, a Divinha

Leitura deleite: Sua Alteza, a Divinha
                                                       Ângela Lago

Era uma vez uma princesa conhecida como Sua Alteza, a Divinha.
Na época de se casar a Divinha resolveu o seguinte:
___ Só cão com quem fizer três adivinhações que eu não adivinhe e que adivinhe três que eu fizer.
Não era fácil e quem não conseguisse, forca!
Mesmo assim apareceram quatro pretendentes. Lá se vão: rei, soldado, capitão, ladrão.
Um dia, um homem que andava sempre com um livro de orações e por isto era conhecido como Louva-a-deus. Este resolveu tentar a sorte. Antes de mais nada, foi até a vizinha. Avisou que iria ao palácio logo que o sol raiasse e pediu para ela tomar conta da sua vaca. A vizinha ficou super contente. Tinha certeza que ele iria direto para a forca e que, portanto, da qui para frente a vaquinha era dela.
Mas, lá pelas tantas, a vizinha começou a cismar que o Louva-a-deus poderia desistir no meio do caminho, voltar para a casa e tomar a vaquinha de volta. Por via das dúvidas, preparou uma bonita rosca envenenada. E, assim que começou a amanhecer, levou para o Louva comer na viagem.
O Louva-a-deus desconfiou, e depois da primeira mointanha, jogou a rosca para um cachorro.
Foi o cachorro comer e cair morto. Vieram sete urubus comer o cachorro morto. E também sete urubus morreram.
___ Eta vizinha! – disse o Louva-a-deus e continuou o caminho.
Depois da segunda montanha, começou a chover. Para não molhar muito, Louva-a-deus se abrigou debaixo de uma árvore e, como queria chegar limpinho, cobriu ochão com sua manta.
Bateu um vento e caiu, em cima de sua manta, um ninho com sete ovos de passarinho. Louva-a-deus estava faminto. Mas detestava ovo cru e não achou com que fazer fogo.
Os gravetos estavam todos molhados. Foi aí que se lembrou do livro de orações. Como não tinha outro jeito, acendeu com o livro, uma fogueira.
Cozinhou os ovos, comeu, descansou um pouco e continuou o caminho.
Lá pela terceira montanha, sentiu sede. Não havia rio por perto. Viu um coqueiro, subiu no coqueiro, apanhou um coco e tomou a água de coco.
Foi então que começou a se preocupar. Tentou lenbrar as adivinhas que conhecia, mas nenhuma parecia difícil para a princesa. E ... ele já estava entrando no palácio quando resolveu três “o que é, o que é” a respeito do que havia acontecido na viagem:

__ Depois de morto, um coitado
Matou sete bem matado.
Outros sete caíram na manta.
Cozinhei em palavra santa.
Entre o céu e a terra encontrei,
Já na vasilha, a água que tomei.

Sua Alteza, a Divinha, pediu um tempo. Fez o que pode. Pensou e repensou mas não adivinhou nem o terceiro “o que é”.
___ Agora é sua vez – disse a princesa. – E se não acertar, forca.
Foi lá dentro, apnhou um inseto, por sinal um baita lova-a-deus.
E com ele dentro das duas mãos bem fechadas, perguntou:
___ O que é, o que é que tenho na mão?
O moço sentiu um aperto no coração. E falando de si, suspirou:
___ O louva-a-deus está apertado!
A princesa levou um susto danado e perguntou como é que ele tinha conseguido acertar. O Louva-a-deus, sendo sincero, respondeu que não tinha sido difícil.
___ Ainda por cima quer me fazer de besta! – disse a Divinha.
Foi lá dentro, pegou um quadro, pintou tudo de preto e cobriu com uma toalha de veludo. Voltou brava:
___ Adivinha!
O Louva ficou aflito. A situação era terr´vel.. se não acertasse, forca. E ele achava que não tinha a menor chance de acertar:
___ Agora o quadro está preto ... – o Louva deixou de escapulir na aflição.
A divinha quase caiu para trás. E ainda por cima ele disse que tinha sido fácil.
Então a princesa conseguiu um pouco de estrume de boi, embrulhou bem e colocou dentro de uma rica caixa de jóias. Mandou os vassalos tocarem as trombetas e entrou com a caixa numa bandeja de prata, forrada de seda.
A esta altura, a corte estava torcendo para o Louva-a-deus adivinhar. Ele, nervoso, bateu a mão na testa e desabafou:
___ Ninguém sabe que eu sou um adivinhador de merda!
E acertou! Foi assim que o Louva se casou com a princesa.
Para o sossego da corte, ela deixou de ser arrogante e nunca mais quis saber de adivinhações.vivem até hoje muito felizes: a Divinha, o moço bonito do seu coração e a vaquinha. Mas claro! O Louva foi buscar sua vaquinha. E a vizinha caiu dura e roxa de raiva e inveja.


Retirado do livro Construindo a escrita, vol. 2, de Carmen Silva Carvalho. São Paulo: Ática. ( O texto foi adaptado para fins didáticos)

           

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

AS BORBOLETAS - Vinícius de Morais

AS BORBOLETAS
                                      VINICIUS DE MORAIS
BRANCAS
AZUIS
AMARELAS
E PRETAS
BRINCAM
NA LUZ
AS BELAS
BORBOLETAS.

BORBOLETAS BRANCAS
SÃO ALEGRES E FRANCAS.

BORBOLETAS AZUIS
GOSTAM MUITO DE LUZ.

AS AMARELINHAS
SÃO TÃO BONITINHAS.

E AS PRETAS, ENTÃO...
OH! QUE ESCURIDÃO!


sábado, 11 de outubro de 2014

Sequência didática com o poema "As borboletas" de Vinícus de Morais

ESCOLA MUNICIPAL DOM MIGUEL FENELON CÂMARA

Público alvo: 1º ano A e B -2014
Professoras: Marli Santana e Silvania Maria Galdino

SEQUÊNCIA DIDÁTICA COM O POEMA AS BORBOLETAS DE VINÍCIUS DE MORAIS

Apresentação do poema no papel 40 kg.

Leitura do poema – realizar a leitura várias vezes para memorizar o poema.

Fazer questionamentos sobre o poema:
1)      Enumerar os versos e fazer a leitura pelos números.
2)      Quantas palavras tem o verso nº ________
3)      Circular os nomes borboletas que aparecem no poema.
4)      Circular as cores e depois pintá-las com as cores correspondentes.
5)       Fazer a leitura coletiva e individual
6)      Identificar palavras no poema.
7)      Recitar o poema memorizado.
8)      Texto lacunado: completar as palavras que estão faltando nos versos.

Leitura do livro Usando as mãos de Michael Dahl.

Reconto oral.

Reprodução das borboletas: pintura com as mãos.

Música  As mãos cantada por Patati Patatá.

Texto fatiado individual – poema As borboletas e ilustrações.

Exposição dos trabalhos e socialização na escola.

Direitos de aprendizagem de leitura contemplados:

Ler textos (poemas,...) com autonomia.
Antecipar sentidos e ativar conhecimentos prévios relativos aos textos a ser lidos pelo professor ou pelas crianças.
Ler em voz alta, com fluência, em diferentes situações.

Direitos de aprendizagem de Arte contemplados:

Vivenciar  experiências educativas nas linguagens da dança, teatro, artes visuais e música.

Conhecer, vivenciar e interagir com materiais, [...] instrumentos e procedimentos variados em artes, experimentando-os de a utilizá-lo nos trabalhos pessoais e coletivos de criação artística.

Relato de atividade de Matemática com gráfico e sistema monetário - 1º ano

Escola Municipal Dom Miguel Fenelon Câmara
1º ano A e B – 2014
Professoras Marli Santana e Silvania Maria Galdino

ATIVIDADE DE MATEMÁTICA

DIREITOS DE APRENDIZAGEM CONTEMPLADOS

NÚMEROS E OPERAÇÃOES: Identificar os números em diferentes contextos e funções; utilizar estratégias para quantificar e comunicar quantidades de elementos de uma coleção.
TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO: Ler, interpretar e transpor informações em diversas situações e diferentes configurações do tipo ...gráficos. .... Formular questões, coletar, organizar, .... construir representações próprias para a comunicação de dados coletados.
NÚMEROS E OPERAÇÃOES: Resolver ... problemas aditivos envolvendo os significados de juntar e acrescentar quantidades,... comparar e completar quantidades, ... utilizando ... estratégias pessoais.

RELATO DA ATIVIDADE DE MATEMÁTICA UTILIZANDO GRÁFICO E SISTEMA MONETÁRIO

Foi escolhida esta atividade porque já havíamos trabalhado com estes dois aspectos ( gráfico e sistema monetário) e além de ser algo atrativo para os alunos e faz parte do cotidiano. Ao concluirmos este trabalho pedagógico chegamos a um consenso que nossas turmas necessitam trabalhar mais atividades que possibilitem a exploração de estratégias pessoais para compreenderem o conceito de comparar elementos de uma coleção e perceberem a sua diferença.

1º ANO A

O trabalho foi realizado em dupla ou trio. A professora acompanhava o desenvolvimento de cada grupo enquanto os outros realizavam outra atividade. A cada aluno foi pedido que lesse cada frase de cada passo da atividade. A visualização do gráfico ajudou os alunos prontamente responderem as questões A,B,e C. Na questão D, a professora perguntou:”Como é possível saber este resultado?” As duplas sempre respondiam: “É só juntar.” Na questão E, a dupla A, uma das componentes cobriu com uma das mãos as mesmas quantidades de moedas e viu o que sobrou. Daí deu a resposta: “Duas a mais.” A dupla B, por sua vez, cobriu as duas que passavam e deu a resposta: “Dois.”
Por outro lado, o trio tiveram dificuldade de levantar suas hipótese. Não apresentaram nenhuma estratégia. A professora interferiu por colocar material concreto (lápis de cor), falou uma situação de jogo de futebol com os gols de uma partida. Chegaram a resposta mas com insegurança. Neste ponto, foram chamadas as duplas A e B (uma por vez) para explicarem como chegaram a conclusão certa, ou seja, quais as estratégias utilizadas.

1º ANO B

Esta turma foi organizada para esta atividade em três grupos. Utilizaram a correspondência entre moedas e os seus dedos ao realizarem a soma.  Os grupos tiveram em comum em responder corretamente as questões A, B, e C. No entanto os alunos tiveram dificuldade de responder as questões D e E.

O terceiro grupo demonstrou um maior grau de dificuldade. Em vários momentos a professora tinha que repeti ou retornar o mesmo questionamento de forma diferente. Para facilitar a compreensão eram realizados perguntas tais como: “Quais dos amigos tem mais moedas?” “Até quanto os dois têm a mesma quantia?” “Até quanto s dois tem iguais?” “O que sobra” “Quanto Lucas tem a mais?” “O que é a mais?” “O que é sobra?” “Quanto sobra?” “Então, quanto Lucas tem a mais?” Diante disso, chegaram a resposta certa dois.

sábado, 6 de setembro de 2014

JOGO TRAVESSIA DO RIO

Escola Municipal Dom Miguel Fenelon Câmara
1º ANO “A” e “B” - 2014
PROFESSORAS: Marli Santana  e Silvania Maria Galdino

JOGO TRAVESSIA DO RIO
 OBJETIVOS:
Utilizar estratégias de cálculo mental e estimativa.
Associar a denominação do número a sua respectiva representação simbólica.

PROCEDIMENTOS:
 Leitura compartilhada: “E o dente ainda doía” de Ana Terra.
Apresentação do jogo.
Apresentação e leitura das regras do jogo (Jogos na Alfabetização Matemática, pg. 41)
Distribuição do material e realização do jogo em duplas.
Socialização dos resultados:
Todos conseguiram atravessar?
Foi fácil atravessar todos os números? Por quê?
Quem colocou a ficha no nº 1? Conseguiu atravessar? Por quê?
Qual a melhor forma de distribuir as fichas no tabuleiro? Ocupando todas as casas ou apenas algumas? Por quê?

DIREITOS DE APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA CONTEMPLADOS

Utilizar diferentes estratégias para quantificar e comunicar quantidades de elementos de uma coleção, utilizando a linguagem oral,... Nas brincadeiras em situações nas quais as crianças reconheçam sua necessidade: contagem oral, pareamento, estimativa e correspondência de agrupamento.
Associar a denominação do número a sua respectiva representação simbólica.

RELATO SOBRE O JOGO TRAVESSIA DO RIO

1º ano A – Profª Marli e 1º ano B - Profª Silvania

Cada turma é composta de 14 alunos dividida em quatro mesas.
No dia que a turma A realizou a atividade estava com 10 alunos. Foram organizadas as duplas e cada dupla recebeu as orientações. Os alunos estavam com grande expectativa.
 A primeira situação a notar era que não era viável usar um copo com tampa contendo os dois dados, pois, os alunos tinham a necessidade de tocar em cada pontinho para fazer a soma. Percebe-se que o concreto está bem presente em todos os alunos. A segunda situação era que uma dupla buscava uma estratégia diferente,ou seja, observava onde eram colocadas as fichas do adversário e colocavam diferentes, como se isto dificultasse o jogo do outro.
Apenas um aluno não preencheu a casa um na primeira rodada do jogo, porém percebe-se que foi por acaso. È interessante relatar que a primeira dupla a “terminar” o jogo, uma das participantes disse:
___Tia, eu já ganhei.
Quando olhei as duas alunas tinham atravessado todas as suas para o outro lado do rio, mas continuavam com fichas na casa 1. Nisto perguntei:
___ E estas na casa um?
___ Ah, é só um restinho!! – falou balançando uma das mãos.
___ Vamos continuar o jogo? Por que será que vocês não acertaram a casa um? Vejam para acertar a casa 2 como os dados ficaram?
Elas colocaram dados posicionados: 1+1.
Neste momento chega a Silvania na sala e observa a situação e pergunta:
___ Então, o que deve fazer para chegar o 1?
___ Só se ficar um dado, um para mim e outro para ela.
___ Mas assim, não pode. Vocês têm que pensar mais um pouco.
Logo depois começou o recreio. Ao retornarmos do recreio retomamos coletivamente uma vez que todos estavam na mesma situação. E daí chegaram a conclusão que se poderia fechar o jogo com a organização das fichas no início sem preencher a casa 1.
Fizemos coletivamente as regras do jogo, tendo a professora como copista e os alunos registraram no caderno. Combinamos em outro dia jogarmos novamente.
No dia em que a turma B realizou o jogo estavam presentes 12 alunos. Primeiramente o jogo foi apresentado na roda a toda turma com suas respectivas regras, em seguida foram organizadas as duplas e cada dupla recebeu as orientações. Os alunos estavam ansiosos para começar a jogar.
Todos os alunos distribuíram as fichas em todas as casas.
No desenvolvimento do jogo foi possível observar que os alunos não percebem a sequência numérica, pois procuravam o resultado sem observar a ordem no tabuleiro; não percebiam que cada resultado só poderia ser atravessado uma única vez se só tivesse uma ficha no número, pois ficavam procurando a ficha do número que já tinha sido atravessado.
Quando só ficou ficha na casa 1, cada grupo reagiu de uma forma diferente:
Um grupo colocou todas as fichas de volta as casas para reiniciar o jogo achando que já tinha terminado. Quando questionei o porquê eles falaram que não dava para sair o número 1 só se cada dupla ficasse com um dado. Retomei a regra da distribuição das cartas e eles sugeriram jogar novamente sem colocar fichas no número 1. (este grupo conseguiu concluir a segunda rodada)
No segundo grupo, uma dupla tirou 1 em um dado e 4 no outro, imediatamente escondeu o dado em que tinha tirado o quatro e deixou o outro para poder atravessar. Então, retomei a regra da distribuição das cartas e sugeri que recomeçassem, eles fizeram, mas não conseguiram concluir.
No terceiro grupo, na mesma situação de atravessar a ficha da casa 1, um aluno perguntou: “só pode ser 1 a 1 é?”. Então peguei os dois dados e coloquei a quantidade 1 nos dois e perguntei quanto ficava, eles disseram que era 2 e então não podia atravessar. Mais uma vez retomei a regra de distribuição das cartas para que eles pudessem jogar novamente. Este grupo também não conseguiu concluir.

É uma turma muito inquieta com um tempo de concentração muito curto acredito que este pode ter sido um dos motivos pelos quais eles não conseguiram concluir o jogo, eles perdem o interesse muito rápido pelas atividades e este jogo exige mais tempo do que eles conseguem se concentrar nesse momento.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO COM VALORES HUMANOS


 

PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO COM VALORES HUMANOS
 
 
 Valor absoluto: Amor                Valores relacionados: Compaixão/generosidade

 
Conceito(s) do(s) subvalor(es): Perceber a velhice como um processo natural do ser humano.
 

Objetivos didáticos: Conduzir os alunos perceberem que a velhice faz parte da vida do ser humano e que deve ser tratada com dignidade.

 
Harmonização: Visualização criativa – O mar.

 
Provérbio/Frase: “Se queres prever o futuro, estuda o passado” (Confúcio)
 

Conto: O pai e o filho.
 

Canto em grupo: Meu querido, meu velho, meu amigo.

                              Composição: Roberto Carlos e Roberto Carlos
 

Atividade em grupo:

Dramatização do conto.

Painel: Socialização de cartazes (trabalho em grupo) sobre a convivência com o idoso.

Visita ao Asilo de idosos em Bebedouro.
 

Observações: Faixa etária dos alunos: 10 a 15 anos. Alunos do 5º ano que em sua maioria foram educados ou vivem com os avós.

Música: Meu Querido, Meu Velho, Meu Amigo


Meu Querido, Meu Velho, Meu Amigo

 


Composição: Roberto Carlos e Erasmo Carlos

 

Esses seus cabelos brancos, bonitos, esse olhar cansado, profundo
Me dizendo coisas, num grito, me ensinando tanto do mundo...
E esses passos lentos, de agora, caminhando sempre comigo,
Já correram tanto na vida,
Meu querido, meu velho, meu amigo
Sua vida cheia de histórias e essas rugas marcadas pelo tempo,
Lembranças de antigas vitórias ou lágrimas choradas, ao vento...
Sua voz macia me acalma e me diz muito mais do que eu digo
Me calando fundo na alma
Meu querido, meu velho, meu amigo
Seu passado vive presente nas experiências
Contidas nesse coração, consciente da beleza das coisas da vida.
Seu sorriso franco me anima, seu conselho certo me ensina,
Beijo suas mãos e lhe digo
Meu querido, meu velho, meu amigo
Eu já lhe falei de tudo,
Mas tudo isso é pouco
Diante do que sinto...
Olhando seus cabelos, tão bonitos,
Beijo suas mãos e digo
Meu querido, meu velho, meu amigo

 

Atividade Pedagógica com Valores Humanos - Tema: Idosos


Escola Municipal Dom Miguel Fenelon Câmara               

5º ano B                                Professora Marli                Data: ____/ ____ /______

Aluno (a): ______________________________________

 

Atividade Pedagógica com Valores Humanos

Conto: Pai e filho

(Autor desconhecido)

 
Há muito, muito tempo atrás, conta-se que em uma aldeia distante na Europa tinha-se o costume de levar para a floresta cada idoso que não tivesse condições de trabalhar ou que dependesse de alguém para sobreviver. Assim o filho mais velho levaria seu pai ou sua mãe para uma floresta e o deixaria ali viver até os seus últimos dias de vida.

Seguindo este costume, certo filho ia levando seu pai a uma floresta próxima de sua aldeia. Quando já estava chegando ao seu destino, no caso, no centro da floresta o pai perguntou ao filho:

__ Onde está seu manto? Pois hoje está muito frio!

__ Eu esqueci e não tenho tanto frio que necessite dele! – respondeu o filho.

Diante desta resposta, o pai pediu à faca que o filho levava e dividiu o seu manto ao meio e falou:

__ Leve com você este pedaço de manto. Você vai precisar dele quando o teu filho te trouxer para esta floresta em sua velhice.

Nisto, o filho parou, pensou e levou de volta seu pai para a aldeia. Logo depois, procurou conversou com os mais sábios do vilarejo sobre este costume e a partir daí, cessou o hábito de deixarem os velhos na floresta no final de seus dias.

 

Perguntas de compreensão:

·         Quais os personagens?

·         O que eles estão fazendo?

·         O que o pai faz no meio da floresta?

·         Qual o motivo dessa ação?

·         Quando o filho muda de idéia?

·         O que o filho fez para mudar o costume da aldeia?

Perguntas de raciocínio:

·         Por que o filho levou o pai para a floresta?

·         Por que o filho muda de idéia?

·         Por que ele resolveu conversar com os sábios da aldeia?

Perguntas de sentimentos:

·         No início da história como pai e filho reagem diante do costume da aldeia?

·         Que sentimento o pai demonstrou ao dividir o manto?

·         Que sentimento o filho teve ao se ver idoso?

·         Você concorda com o costume da aldeia? Por quê?

·         É bom viver com pessoas idosas? Por quê?

 

A HISTÓRIA DO LÁPIS


Escola Municipal Dom Miguel Fenelon Câmara

5º ano B                 Professora Marli                         Data: ____/ ____ /______


Aluno (a): ______________________________________

 
         


(Autor desconhecido)

 

O menino olhava a mãe escrevendo numa folha. A certa altura, perguntou:

__ Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?
              A mãe parou e comentou com o filho:

__ Estou escrevendo sobre você; é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
              __ Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!

__ Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma boa pessoa.

"Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão é Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade".

"Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar alguns problemas, porque elas o farão ser uma pessoa melhor".

"Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos ou falamos não é algo ruim, devemos saber quando pedir desculpas”.

"Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você". Tenha bons pensamentos e assim terá boas atitudes.

"Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer irá marcar sua vida, assim viva bem para ter sempre boas lembranças.

 

ATIVIDADE DE ENSINO RELIGIOSO (em dupla)

 

1)      Cite um exemplo que aconteceu com você a primeira qualidade do Lápis.

2)      Em que situação que você passou que demonstra a segunda qualidade do Lápis.

3)      Escreva uma situação em que você teve que “usar a borracha para apagar algo de errado”.

4)      O que você pode fazer para ter a quarta qualidade do lápis? Dê cinco exemplos.

5)      Se você fosse o lápis que boas marcas, ou seja, qualidades que você deixaria? Cite cinco qualidades.

6)      Ilustre e escreva em um cartaz as cinco qualidades do Lápis que uma pessoa pode ter no seu cotidiano.