Sequencia didática - Tarsila do Amaral

Sequencia didática - Tarsila do Amaral
SEQUENCIA DIDÁTICA TARSILA DO AMARAL -Releitura - 2010

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

AS MENINAS - CECÍLIA MEIRELES

                                      
ARABELA
ABRIA A JANELA

CAROLINA
ERGUIA A CORTINA

E MARIA
OLHAVA E SORRIA:
“BOM DIA!”

ARABELA
FOI SEMPRE A MAIS BELA.

CAROLINA,
A MAIS SÁBIA MENINA.

E MARIA
APENAS SORRIA:
“BOM DIA!”

PENSAREMOS EM CADA MENINA
QUE VIVIA NAQUELA JANELA;
UMA QUE CHAMAVA ARABELA,
OUTRA QUE SE CHAMOU CAROLINA.

MAS NOSSA PROFUNDA SAUDADE
É MARIA, MARIA, MARIA,
QUE DIZIA COM VOZ DE AMIZADE:
“BOM DIA!”

AMIGOS DO PEITO - CLÁUDIO THEBAS

                                                                  
TODO DIA EU VOLTO DA ESCOLA
COM A ANA LÚCIA DA ESQUINA.
DA ESQUINA NÃO É SOBRENOME,
É ENDEREÇO DA MENINA.

O IRMÃO DELA É MAIS VELHO
E MESMO ASSIM É MEU AMIGO.
SEMPRE DEPOIS DO ALMOÇO,
ELE JOGA BOLA COMIGO.

JÁ O CARLOS ALBERTO,  DO LADO,
(DO LADO NÃO É NOME TAMBÉM)
TEM UMA BICICLETA LEGAL,
MAS NÃO EMPRESTA PRA NINGUÉM.

O BAIRRO ONDE EU MORO É ASSIM,
TEM GENTE DE TUDO QUE É JEITO.
PESSOAS QUE SÃO CHATAS,
E UM MONTE DE AMIGOS DO PEITO:

O BRUNO DO PRÉDIO DA FRENTE,
O RICARDO DO SÉTIMO ANDAR,
O IRMÃO DA LÚCIA DA ESQUINA,
O FILHO DO DONO DO BAR.

O NOME COMPLETO DELES
EU NUNCA SEI, OU ESQUEÇO.
AMIGO NÃO TEM SOBRENOME:
AMIGO TEM ENDEREÇO.

LILIBEL - LÚCIA TULCHINSKI

ERA UMA VEZ UMA GAROTA CHAMADA LILIBEL
E PARA COMEÇAR A RIMAR, EU VOU DIZER
QUE ELA TINHA OLHOS COR DE MEL.
DESENHAR BEM, PINTAR SEM DEIXAR VAZAR, CANTAR SEM DESAFINAR
NADA DISSO ELA FAZIA.
SEU TERROR ERAM AS AULAS DE GEOMETRIA.
DIZEM QUE ELA ERA UM GARRANCHO SEM FIM.
ÀS VEZES, TINHA NOTA VERMELHA NO BOLETIM.
ERA UMA MENINA COMPORTADA.
ALGUNS DIZIAM QUE ERA MUITO CALADA.
TINHA MEDO DA ÁGUA, DOS MENINOS E DO PROFESSOR
DE MATEMÁTICA.
AMAVA A PROFESSORA DE PORTUGUÊS, UMA SENHORA
MUITO SIMPÁTICA.
LILIBEL ACHAVA QUE ERA MUITO FEIA, MUITO BRANCA E BAIXINHA.
NA HORA DO RECREIO, SE NÃO VIESSEM CHAMÁ-LA
PARA BRINCAR ELA FICAVA SOZINHA.
APARELHO NOS DENTES FOI OBRIGADA A USAR.
SORRIA AMARELO PRATEADO QUANDO LHE PERGUNTAVAM
COMO FARIA PARA BEIJAR.
HAVIA UM GAROTO, O GUTO, QUE ELA ACHAVA LINDO.
MAS ELE NÃO LHE DAVA BOLA, ESTIVESSE INDO OU VINDO.
O SONHO DE LILIBEL ERA SER UMA GAROTA LINDA DE DOER.
DIA E NOITE ELA PERGUNTAVA: QUANDO ISSO VAI ACONTECER?
O TEMPO PASSOU E AS COISAS COMEÇARAM A MUDAR.
É QUE LILIBEL DESCOBRIU QUE TODO MUNDO NA CLASSE
TAMBÉM TINHA DO QUE SE QUEIXAR.
A SUA MELHOR AMIGA TINHA MEDO DE TROVÃO.
O GAROTO MAIS SABIDO FICAVA HORRÍVEL DE CALÇÃO.
A COLEGA DA CARTEIRA AO LADO ERA MEIO GORDINHA.
E O GAROTO DA DE TRÁS, UM TAMPINHA.
LILIBEL NÃO PRECISOU NEM DE FADA MADRINHA.
DEPOIS DISSO, SEMPRE QUE OLHAVA O ESPELHO, ELA
DIZIA:
EU SOU UMA GATINHA!

     O ESTADO DE S. PAULO, 07/10/95. ESTADINHO.




TEXTO DE FRUIÇÃO: A disciplina do amor


Foi na França, durante a segunda grande guerra. Um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta a casa.
A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava a correr todo animado atrás dos mais íntimos para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe. Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava a sua vida normal de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao seu posto de espera.
O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Todos os dias. Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram -se para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, “mas quem esse cachorro está esperando?”... Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho sempre voltado para “aquela” direção.
(TELLES, Lygia Fagundes. A disciplina do amor. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. p. 99-100)

terça-feira, 10 de julho de 2012

TELA: Sem título - ALFREDO VOLPI

TELA: Barco com bandeirinhas e pássaros - ALFREDO VOLPI

JOGRAL: Poema “Bons amigos”

ESCOLA ESTADUAL ROSALVO RIBEIRO
5º ano A       2010      Professoras Nadja e Marli

Poema “Bons amigos” de Machado de Assis

BONS AMIGOS
(1) Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
(2) Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
(T) Amigo a gente sente!

(1) Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
(2) Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
(T) Amigo a gente entende!

(1) Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
(2) Porque amigo sofre e chora.
(T) Amigo não tem hora pra consolar!

(1) Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
(2) Porque amigo é a direção.
(T) Amigo é a base quando falta o chão!

(1) Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
(2) Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
(T) Ter amigos é a melhor cumplicidade!

(2) Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
(T) Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!

PEÇA TEATRAL: QUEM PODE SER MEU AMIGO?

Escola Estadual Rosalvo Ribeiro

5º ano A            2010                 Professoras Nadja e Marli

 

PERSONAGENS:

·        John
·        Noiva
·        Amigos: três meninos e duas meninas
·        Família: um menino (pai) e duas meninas( mãe e irmã)
·        Rex – cachorro: um menino com máscara de cachorro
·        Narrador(a): menino ou menina

CENÁRIOS:
1-    Festa ( dançando)
2-    Frente da casa de John
3-    Ponto de ônibus (poste)

CENAS: Enquanto a narração se desenvolve as cenas em mímicas são apresentadas.

NARRADOR(A):


Esta história diz que aconteceu na Inglaterra antes da 2ª Guerra Mundial. Um rapaz que vamos chamá-lo de John tinha muitos amigos, uma noiva e um cachorro que vamos chamá-lo de Rex. Todo o dia John saía bem cedinho para o trabalho e era acompanhado por seu cachorro até o ponto de ônibus. Rex ficava com seu dono até a partida do ônibus.
No final, da tarde Rex voltava ao ponto de ônibus esperava John e o acompanhava até a sua casa. Isto ele fazia todos os dias. De manhã o acompanhava até o ponto de ônibus e no final do dia lá estava ele aguardando o seu dono.
Nos finais de semana, John se divertia com os amigos e a noiva, indo a festas, cinemas, lanchonetes e quando chegava à segunda-feira começava a mesma rotina: Rex o acompanhava até o ponto de ônibus o esperava no final da tarde.
Os tempos mudaram, a Inglaterra entrou em guerra. Certo dia, John recebeu um telegrama: teria que ir lutar na guerra defender seu país. Deixou sua família, seus amigos, sua noiva e Rex, seu fiel companheiro e foi para frente de batalha. A guerra mudou a vida das pessoas na Inglaterra, pois todos tinham medo de saírem de casa e serem atingidos por um ataque inimigo. Mas para Rex nada mudou, sua rotina continuava a mesma: ao final da tarde lá estava ele a esperar por seu dono.
De repente a família de John recebeu um triste notícia em um telegrama: John morreu atingido pelo exército inimigo. Quanta tristeza para todos que o amavam: a família, os amigos e sua noiva. E o tempo passou e todos voltaram a sua rotina: os amigos fizeram novas amizades, a noiva conheceu outro rapaz e casou-se, e quanto a Rex? Rex continuou em sua rotina: de manhã ia ao ponto de ônibus, à tarde voltava a esperar seu dono, só saía quando percebia que ele não tinha retornado mais uma vez.


QUESTIONAMENTO:
·        O que aprendemos?
·        Quem são nossos companheiros leais?
·        Sempre são pessoas?
·        Como devemos tratá-los e retribuir sua fidelidade?

sábado, 7 de julho de 2012

TEXTO DE FRUIÇÃO - O par de sapatos

Pierre Gripari

Era uma vez dois sapatos casados, que formavam um par. O sapato direito, que era homem, chamava-se Nicolau; o esquerdo, que era mulher, chamava-se Tina.
Os dois moravam numa caixa de papelão muito bonita, enrolados em papel de seda. Sentiam-se muito felizes e tinha a esperança de que aquilo durasse para sempre.
Mas certa manhã uma vendedora tirou o par de sapatos da caixa, para uma senhora experimentar. A mulher os calçou, deu alguns passos, achou que estavam ótimos e disse:
___ Vou levar esses.
___ Quer que eu embrulhe? Perguntou a vendedora.
___ Não precisa – disse a mulher – vou calçada com eles.
Ela pagou e saiu, com os sapatos novos no pé. Foi assim que Nicolau e Tina andaram um dia inteiro sem se verem. Só foram se encontrar à noite, dentro de um armário escuro.
___ É você Tina?
___ Sou eu, sim, Nicolau.
___ Ah, que felicidades! Pensei que tivesse perdido você!
___ Eu também. Mas onde você estava?
___ Eu? No pé direito.
___ Agora eu estou entendendo. Sempre que você estava na frente, eu estava atrás, e quando você estava atrás eu estava na frente. Por isso a gente não conseguia se ver.
___ E vai ser essa vida todos os dias? – Perguntou Tina.
___ Acho que sim!
___ Mas que horrível! Ficar o dia inteiro sem você, meu amor! Não vou me acostumar nunca, Nicolau!
___ Tive uma ideia – Disse Nicolau. _ Já que eu estou sempre à direita e você sempre à esquerda, quando eu for para frente vou me desviar um pouquinho para seu lado. Assim a gente se vê. Combinado?
___ Combinado!
E assim fez Nicolau. No dia seguinte a dona dos sapatos não conseguia dar três passos sem que o pé direito se enrolasse, e plaf! Lá ia ela para o chão.
Naquele mesmo dia ela foi consultar o médico, muito preocupada.
___ Doutor, não sei o que tenho. Fico toda hora tropeçando em mim mesma.
___ Tropeçando na senhora mesma?
___ Isso mesmo doutor! A cada passo, meu pé direito se enrosca no me salto esquerdo e eu tombo!
___ Isso é muito grave – disse o médico. – Se continuar assim, vamos ter que cortar seu pé direito. Aqui está a receita: são dez mil francos de remédio. A senhora me deve dois mil francos de consulta, e volte amanhã.
Aquela noite, dentro do armário, a Tina perguntou ao Nicolau:
___ Você ouviu o que o médico disse?
___ Ouvi, sim.
___ Que horror! Se cortarem o pé direito da mulher, ela vai jogar você no lixo e nós vamos ficar separados para sempre! Temos que fazer alguma coisa!
___ Mas o quê?
___ Tive uma ideia: já que eu fico à esquerda, amanhã sou eu que vou desviar um pouco para a direita cada vez que der um passo à frente. Combinado?
E assim fez a Tina. Então durante todo o segundo dia, o pé esquerdo é que se enroscava toda hora no salto direito e plaf! A coitada da mulher ia para o chão. Cada vez mais preocupada, ela voltou ao médico.
___ Doutor, estou cada vez pior. Agora é o pé esquerdo que se enrosca no salto direito.
___ Cada vez mais grave – disse o médico. _ Se continuar assim, vamos ter que cortar os dois pés! Aqui está mais uma receita. São vinte francos de remédio. A senhora me deve mil francos de consulta, e não se esqueça de voltar amanhã.
Aquela noite Nicolau perguntou a Tina:
___ Você ouviu?
___ Ouvi.
___ E se cortaremos dois pés da mulher, o que será de nós?
___ Não quero nem pensa!
___ Mas eu te amo, Tina!
___ Eu também te amo, Nicolau!
___ Não quero me separar de você, nunca!
___ Eu também não, nunca!
Estavam ali, conversando no escuro, sem saber que a dona deles estava andando no corredor de lá para cá, de chinelo, sem conseguir dormir, por causa do que o médico tinha dito. Ao passar pela porta do armário ela ouviu tudo e, como era muito inteligente, entendeu tudo.
___ Então é isso – pensou a mulher. – Não estou doente. Meus sapatos é que se amam! Que coisa linda!
Ela jogou no lixo os trinta mil francos de remédio que tinha comprado e, no dia seguinte, disse a faxineira:
___ Está vendo este par de sapatos? Não vou mais usá-los, mas quero que fique com ele. Quero que os dois pés estejam sempre bem limpos, engraxados e lustrosos. E lembre-se de uma coisa: nunca separe um do outro!
Assim que ficou sozinha, a faxineira pensou:
___ A patroa está louca! Guardar esses sapatos sem usar! Daqui uns quinze dias, quando ela tiver esquecido, vou pegá-los pra mim!
Quinze dias depois, ela pegou os sapatos e os calço, mas logo começou a tropeçar. Um dia, na escada, quando ela estava descendo com a lata de lixo, Nicolau e Tina resolveram se beijar e badabum! Vlang! Bong! A faxineira caiu sentada, com um monte de lixo na cabeça e uma casca de batata pendurada na testa, como se fosse um cacho de cabelo.
___ Esses sapatos são mágicos – ela pensou. – Não vou mais calçá-los. Vou dá-los para minha sobrinha, que é manca!
E foi o que ela fez. A sobrinha, que era manca mesma, passava o dia todo sentada, com os pés juntos. Quando por acaso andava um pouco, era devagar que nem dava pra tropeçar. Os sapatos estavam felizes porque, mesmo durante o dia, ficam quase sempre um ao lado do outro.
Essa situação durou um bom tempo. Infelizmente, como a sobrinha era manca, gastava mis um pé de sapato o que o outro.
Uma noite, a Tina disse ao Nicolau:
___ Estou sentindo que a minha sola está ficando fininha, logo vou furar!
___ Não faça isso! – disse Nicolau. _ Se jogarem a gente fora, vamos ficar separados outra vez!
___ Eu sei. –disse Tina. _ Mas o que você quer que eu faça? Não posso impedir de envelhecer!
De fato, oito dias depois a sola de Tina furou. A manca comprou um par de sapatos novos e jogou Tina e Nicolau na lata de lixo.
___ O que vai ser de nós? – perguntou Nicolau.
___ Não sei. _ disse Tina. - Eu só queria ter certeza de que nunca vou ficar sem você!
___ Chegue mais perto - falou Nicolau – e segure o meu cordão com o seu. Assim a gente fica junto.
Assim foi. Foram juntos para a lata de lixo, foram juntos para o caminhão de lixo e foram juntos, até o dia em que foram encontrados por um menino e uma menina.
___ Olha só! Esses sapatos! Estão de braço dado!
___ É que eles são casados – disse a menina.
___ Bom, já que eles são casados, vão fazer a viagem e lua de mel!
O menino pegou os sapatos e pregou um ao lado do outro, numa tábua. Depois pôs a tábua no rio e ela foi descendo, carregada pela natureza. Enquanto ela ia se afastando, a menina acenava com o lenço e gritava:
___Adeus, sapatos, e boa viagem!
Foi assim que Nicolau e Tina, que não esperava mais nada da vida. Tiveram uma viagem linda de lua de mel.

Contos da Rua Brocá – Editora Martins Fontes.



TEXTOS PARA SEGMENTAÇÃO DE PALAVRAS

CANTIGADERODA
OCRAVOBRIGOUCOMAROSA
DEBAIXODEUMASACADA.
OCRAVOSAIUFERIDO
EAROSADESPEDAÇADA.
OCRAVOFICOUDOENTE
AROSAFOIVISITAR.
OCRAVOTEVEUMDESMAIO
EAROSAPÔS-SEACHORAR.

CANTIGADERODA

AIBOTAAQUI,AIBOTAAQUI
OTEUPEZINHO
OTEUPEZINHOBEMJUNTINHO
COMOMEU
EDEPOISNÃOVÁDIZER
     QUEVOCÊJÁMEESQUECEU

 

CANTIGADERODA


ACANOAVIROU
PORDEIXÁ-LAVIRAR
FOIPORCAUSADOPEDRINHO
QUENÃOSOUBEBERRAR.
SEEUFOSSEUMPEIXINHO
ESOUBESSENADAR,
EUTIRAVAOPEDRINHO
DOFUNDODOMAR

------------------------------------------------------------------------------


CANTIGADERODA


ATIREIOPAUNOGATO
MASOGATONÃOMORREU
DONACHICAADMIROU-SE
DOBERRO,DOBERROQUEOGATODEUMIAU.

CANÇÃODERODAPOPULAR

 

SEESTARUAFOSSEMINHA

SEESTARUA,SEESTARUAFOSSEMINHA,
EUMANDAVA,EUMANDAVALADRILHAR,
COMPEDRINHAS,COMPEDRINHASDEBRILHANTES,
SÓPROMEU,SÓPROMEUAMORPASSAR.

SEESTARUA,SEESTARUAFOSSEMINHA,
EUMANDAVA,EUMANDAVAILUMINAR,
COMALUZ,COMALUZQUEEUROUBARIA,
DEUMANOITE,DEUMANOITEDELUAR.

SEEUROUBEI,SEEUROUBEITEUCORAÇÃO,
ÉPORQUE,ÉPORQUEROUBASTEOMEU.
SEEUROUBEI,SEEUROUBEITEUCORAÇÃO,
    ÉPORQUE,ÉPORQUETEQUEROBEM
-------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------

CANTIGADERODA

 

CIRANDACIRANDINHA

CIRANDACIRANDINHA
VAMOSTODOSCIRANDAR
VAMOSDARAMEIA-VOLTA
VOLTAEMEIAVAMOSDAR

OANELQUETUMEDESTE
ERAVIDROESEQUEBROU
OAMORQUETUMETINHAS
ERAPOUCOESEACABOU
______________________________________

POEMA

CHATICE

JACARÉ,
LARGADOMEUPÉ,
DEIXADESERCHATO!
SEVOCÊTEMFOME,
ENTÃOVÊSECOME
SÓOMEUSAPATO,
LARGADOMEUPÉ
EVOLTAPROSEUMATO
JACARÉ!

JOSÉPAULOPAES

domingo, 26 de fevereiro de 2012

BIOGRAFIA DE ALFREDO VOLPI

           ALFREDO VOLPI NASCEU  EM LUCCA, NA ITÁLIA, EM 1896. FILHO DE IMIGRANTES CHEGOU AO BRASIL EM SÃO PAULO COM POUCO MAIS DE UM ANO DE IDADE. DESDE PEQUENO GOSTAVA DE MISTURAR TINTAS E CRIAR NOVAS CORES. ESSE TALENTO O LEVOU AOS 16 ANOS A TRABALHAR COMO PINTOR DE FRISOS, FLORÕES E PAINÉIS NAS PAREDES DAS MANSÕES PAULISTANAS. SEMPRE VALORIZOU O TRABALHO ARTESANAL, ONSTRUINDO SUAS PRÓPRIAS TELAS, PINCÉIS. AS TINTAS ERAM FEITAS COM PIGMENTOS NATURAIS, USANDO A TÉCNICA DE TÊMPERA. FOI UM AUTODIDATA. NUNCA ACREDITOU EM INSPIRAÇÃO. NÃO TEVE ACESSO AOS MESTRES EUROPEUS, COMO ERA COMUM NA ÉPOCA. TRATA-SE DE UM PINTOR ORIGINAL, QUE INVENTOU SOZINHO SUA PRÓPRIA LINGUAGEM.
AOS 16 ANOS PINTOU SUA PRIMEIRA AQUARELA. AOS 18 ANOS DE IDADE PINTOU SUA PRIMEIRA OBRA DE ARTE, SOBRE A TAMPA DE UMA CAIXA DE CHARUTOS, USANDO TINTA A ÓLEO.
EMBORA FOSSE DA MESMA GERAÇÃO DOS MODERNISTAS, VOLPI NÃO PARTICIPOU DA SEMANA DE ARTE MODERNA DE 1922.
EM 1927, VOLPI CONHECEU O SEU GRANDE AMOR: UMA GARÇONETE CHAMADA BENEDITA DA CONCEIÇÃO, APELIDADA DE JUDITH. É QUASE CERTO QUE JUDITH TENHA SIDO SUA MODELO PARA O QUADRO MULATA.
VOLPI TEVE UMA IDENTIDADE QUASE QUE FORÇADA COM A CIDADE DE ITANHAÉM: A DOENÇA DE SUA ESPOSA JUDITE, QUE A OBRIGOU PERMANECER TRÊS ANOS CONVALESCENDO NO ANTIGO HOTEL BALNEÁRIO. VOLPI DESCIA A SERRA NOS FINAIS DE SEMANA, PINTAVA, VOLTAVA A SÃO PAULO, VENDIA AS TELAS, AJUNTAVA O DINHEIRO E REPETIA O RITUAL. VOLPI REGISTROU MOMENTOS NO PANORAMA ITANHAENSE. AS OBRAS DE ITANHAÉM FORAM PINTADAS EM COMEÇO E MEADOS DA DÉCADA DE 40.
NOS ANOS 50, AS BANDEIRINHAS DAS FESTAS JUNINAS, DE MOGI DAS CRUZES, INTEGRARAM-SE ÀS SUAS FACHADAS. POSTERIORMENTE, DESTACOU-AS DO SEU CONTEXTO ORIGINAL. A PARTIR DA DÉCADA DE 60, SUAS PINTURAS SÃO JOGOS FORMAIS: TODOS OS TEMAS SÃO DEIXADOS DE LADO E AS BANDEIRINHAS PASSARAM A SER SIGNOS, FORMAS GEOMÉTRICAS. VOLPI MORREU AOS 92 ANOS, EM 1988, EM SÃO PAULO

FONTE:  www.mre.gov.br;  www.mac.usp.br; http://www.jblog.com.br/hojenahistoria. php?itemid=26914
 

domingo, 6 de novembro de 2011

Atividade para paragrafação e pontuação

                             Cachorrinho Manco         ( Autor desconhecido)

Diante de uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos filhotes à venda. "Entre 30 e 50 reais", respondeu o dono da loja. O menino puxou uns trocados do bolso e disse:
             __ Eu só tenho  5 reais, mas eu posso ver os filhotes?
            O dono da loja sorriu e chamou  Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pelo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível. Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou:
__ O que é que há com ele?
O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar. O menino se animou e disse:
__ Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!
O dono da loja respondeu:
__ Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente.
O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse:
__ Eu não quero que você o de para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou  5 reais agora  e  5 reais por mês, até completar o preço total.
O dono da loja contestou:
__ Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos.
            O  menino abaixou e puxou a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu:
            __ Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.


ATIVIDADE REVISÃO ( Paragrafação e pontuação)

1-Quantos parágrafos existem neste texto? --------------------------------------------------

2-  Qual o objetivo no texto do(s):

a-       Travessão?-------------------------------------------------------------------------------------

b-       Dois pontos: ----------------------------------------------------------------------------------

c – Ponto de interrogação? -------------------------------------------------------------------------
d-  Ponto de exclamação? -----------------------------------------------------------------------------

3 – Pinte de AZUL os pontos nos finais das frases.

Quantos são eles no texto?-------------------------------

4 – Pinte de VERMELHO os pontos de interrogação .

Quantos você encontrou?----------------------------------------------

5- Pinte de AMARELO os pontos de exclamação. 

 Quantos são neste texto?---------------------------------------------------

sábado, 3 de setembro de 2011

Biografia de Romero Britto


ROMERO FRANCISCO DA SILVA BRITTO NASCEU EM JABOATÃO DOS GUARARAPES, PRÓXIMO A RECIFE, PERNAMBUCO, EM 1963. AOS 8 ANOS COMEÇOU A MOSTRAR INTERESSE E TALENTO PELAS ARTES. COM MUITA IMAGINAÇÃO E CRIATIVIDADE, PINTAVA EM SUCATAS, PAPELÃO E JORNAL. PASSAVA HORAS NO QUINTAL DE SUA CASA CRIANDO.
ELE AMAVA GANHAR DE PRESENTE LIVROS DE ARTE. ELE OS  UTILIZAVA PARA ESTUDAR, COPIAR POR EXEMPLO, IMAGENS DE LEONARDO DA VINCI E TARSILA DO AMARAL. FALANDO SOBRE ESTE PERÍODO ELE DIZ:  “... NA CONDIÇÃO DE CRIANÇA POBRE NO BRASIL, TIVE CONTATO COM O LADO MAIS SOMBRIO DA HUMANIDADE. PASSEI A PINTAR PARA TRAZER LUZ E COR PARA MINHA VIDA. MINHA FAMÍLIA ERA MUITO POBRE. ÉRAMOS NOVE IRMÃOS E NÃO TÍNHAMOS DINHEIRO PARA NADA. CRIAR ERA UM REFÚGIO: EU PINTAVA UM MUNDO COLORIDO, DIFERENTE DO MEU.”
FREQUENTOU ESCOLAS PÚBLICAS E AOS 17 ANOS ENTROU PARA O CURSO DE DIREITO EM RECIFE, MAS NÃO CHEGOU A TERMINAR. EM 1990 FOI PARA OS ESTADOS UNIDOS E  TRABALHOU COMO ATENDENTE EM LANCHONETE E LAVA-RÁPIDO, COMO AJUDANTE DE JARDINEIRO E CAIXA DE LOJA. NESTE PERÍODO CONHECEU CHERYL ANN COM QUEM SE CASOU E TEVE UM FILHO BRENDON BRITTO.
NO COMEÇO NOS ESTADOS UNIDOS, VENDIA AS TELAS NA RUA, EXATAMENTE COMO FAZIA NO RECIFE.  PASSOU A ADOTAR CORES MAIS VIBRANTES, MAS RARAMENTE AS MISTURA. PREFERE USAR CORES PURAS, RESPEITANDO A IDENTIDADE DE CADA UMA DELAS. SUAS OBRAS TÊM SIDO CHAMADAS DE "TRABALHOS DE CRIANÇA", NÃO POR PINTAR COM TRAÇOS INFANTIS, MAS POR CRIAR COM CLAREZA E ENTUSIASMO, EXPLORANDO FORMAS GEOMÉTRICAS OU FIGURAS DE SUA PREFERÊNCIA, COMO CORAÇÕES E ANIMAIS, SEMPRE COM CORES VIVÍSSIMAS. TRANSFORMA TUDO EM PURA ALEGRIA, COR, SENTIMENTO. É POR ISSO QUE AGRADA A TANTA GENTE DIFERENTE.
MAS DIZ QUE APRENDEU MUITO COM OS LIVROS. ELE VALORIZA A EDUCAÇÃO ACIMA DE TODAS AS COISAS. ACREDITA QUE O CONHECIMENTO MAIS AMPLO DO MUNDO É O MELHOR CAMINHO PARA DAR MAIS POSSIBILIDADES PARA UMA VIDA MELHOR  E AJUDAR A  CADA UM A PENSAR MAIS ANTES DE FAZER QUALQUER COISA ERRADA.
                AO LONGO DESSES ANOS, ROMERO TEM DEDICADO SEU TALENTO, SUA ARTE E SUA ENERGIA A MUITAS CAUSAS FILANTRÓPICAS. USANDO SUA CAPACIDADE DE INFLUÊNCIA, OFERECE OPORTUNIDADES DE ARRECADAÇÃO DE FUNDOS PARA IMPORTANTES E RESPEITÁVEIS ORGANIZAÇÕES EM VÁRIOS PAÍSES.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Projeto Pedagógico Romero Britto

ESCOLA MUNICIPAL DOM MIGUEL FENELON CÂMARA

PROJETO ROMERO BRITTO


4º ANO B                2011

PROFESSORA MARLI



JUSTIFICATIVA
A Arte está inserida no currículo escolar como área de conhecimento como declara a LDB nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, a qual determina o Art. 26: § 2º. O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural  dos alunos.
Neste contexto, este projeto surge como conseqüência das atividades pedagógicas realizadas pela professora organizadora deste trabalho na área da Arte desta unidade escolar, dos Projetos Pintura Abstrata e Pintura Figurativa, Projeto Tarsila do Amaral e Projeto Cândido Portinari.
Por outro lado, Romero Britto foi escolhido como tema deste trabalho pedagógico por ser uma artista  plástico brasileiro, contemporâneo e natural de Pernambuco, um estado vizinho ao nosso, permitindo assim uma situação concreta maior ao nosso alunado. Além desses aspectos, os temas, as formas geométricas e as cores exploradas por este artista plástico em suas peças proporcionam um conjunto de aspectos alegres do cotidiano, o que proporcionam um atrativo para o nosso público. Além do mais, Britto trabalha com esculturas, conduzindo uma aprendizagem pedagógica desta vertente da Arte.
Somando a estes aspectos a biografia deste artista possibilita uma reflexão para os alunos no que se refere à realidade social que estão inseridos comparando com a de Romero Britto em sua infância. Pois o mesmo procurava reverter sua realidade com a Arte através da criatividade com as cores e a educação. “... na condição de criança pobre no Brasil, tive contato com o lado mais sombrio da humanidade. passei a pintar para trazer luz e cor para minha vida... Criar era um refúgio: eu pintava um mundo colorido, diferente do meu.”

Também em suas produções são abordados valores éticos como amizade, companheirismo entre pessoas e animais, solidariedade com o ecossistema, satisfação no meio familiar e educacional, entre outros, os quais devem ser incentivados e/ou reforçados em nossa sociedade.
Será desenvolvido neste trabalho didático uma releitura das obras deste artista plástico com argila fazendo referência a outro artista nordestino Mestre Vitalino. Neste sentido, possibilita aos alunos a contemplação de outra vertente ao expressar um novo olhar sobre o mundo por meio da Arte.
Desta forma, este projeto proporciona em seu contexto, não apenas a percepção de umas das áreas do conhecimento, a saber, a Arte, mas o desenvolvimento de valores estéticos e éticos a serem contemplados na sociedade. E além desses fatores, a valorização da auto-estima do nosso alunado de suas aptidões e o incentivo a reversão de sua realidade por meio de sua criatividade, empenho aos estudos e ao trabalho ao longo de sua vida.

PÚBLICO ALVO:     

         Trinta alunos do 4º ano B.

OBJETIVO GERAL

Desenvolver a sensibilidade e criatividade ao perceber o mundo que o rodeia e transportá-las em suas peças artísticas ou de outro.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

ü  Comparar a realidade social de nossos dias com a da infância de Romero Britto e perceber que há possibilidade de alterar este quadro.
ü  Identificar a intencionalidade do artista ao relacionar o nome dado e a própria produção artística.
ü  Localizar os destaques dados as cores primárias e secundárias utilizadas por Romero Britto em suas obras.
ü  Perceber a Arte tanto como expressão na pintura em telas quanto à produção de peças tridimensionais (esculturas).
ü  Notar os valores éticos abordados nas obras trabalhadas e perceber que são importantes na convivência dos seres humanos em sociedade.
ü  Aperfeiçoar a coordenação motora fina por meio das produções deste projeto.
ü  Conhecer a biografia e a Arte de Mestre Vitalino.
ü  Estimular a produção de escultura como uma releitura de uma das obras trabalhadas.


ÁREAS DO CONHECIMENTO:
ü  Arte
ü  Língua Portuguesa
ü  Matemática                                       
ü  Sociedade e Cultura
ü  Ética
ü  Pluralidade Cultural

METODOLOGIA
Este projeto pedagógico será desenvolvido por meios de texto informativo, projeção de slides, exposição das cópias das produções de Romero Britto, releituras por meio de pinturas e esculturas de algumas peças trabalhadas, socialização e discussão em cada fase do projeto, entre outros.

AVALIAÇÃO
Será somativa e formativa diante das áreas do conhecimento abordadas neste trabalho pedagógico, bem como pela participação individual ou coletiva do aluno, a criatividade, o respeito às diferenças e diversidades durante todo o processo de aprendizagem

TEMPO PREVISTO
Dois meses com duas aulas semanais.      

CULMINÂNCIA
Socialização das atividades produzidas pelos alunos para a família e comunidade escolar.                                  

ATIVIDADES PROGRAMADAS

1º DIA: Biografia de Romero Britto. Leitura coletiva e discussão dos pontos principais tais como: infância pobre, pintura alegre com refúgio da realidade, estudo como aperfeiçoamento de sua expressão artística, entre outros.

2º DIA: Projeção de slides de alguns trabalhos do artista plástico.

3º DIA: Releitura da tela Abaporu by Britto. Retomada da tela Abaporu de Tarsila do Amaral. Compreensão o que é releitura. Perceber as semelhanças e diferenças das duas telas. Produção individual com recortes de revistas. Socialização.

4º DIA: Análise coletiva das telas Abaporu by Britto e a tela Abaporu de Tarsila do Amaral – revisão. Análise escrita (questionário). Trabalho individual.

5º DIA: Tela Amizade. Discussão sobre a importância do valor humano Amizade e quais demonstrações de amizade é comum em nossa sociedade. Que imagens Romero Britto utiliza para demonstrar amizade? Releitura. Produção individual.

6º DIA: Tela Maternidade. O que é maternidade? Quais os sinais deste aspecto apresentam esta produção artística? Releitura. Produção individual.

7º DIA: Telas: Peixe-menino e Peixe-menina. O que o artista queria demonstrar nestas telas? Quais os sinais nas telas que indicavam o gênero? Quais as cores escolhidas? Releitura. Produção em dupla.

8º DIA: Tela Peixe. Releitura a partir de um quebra-cabeça. Pintura com lápis de cor ou giz de cera. Confecção de envelope para as peças do quebra-cabeça. Trabalho individual.

9º DIA: Recorte das peças após colagem em cartolina guache. Trabalho individual.

10º DIA: Tela: Cachorro. Questionamento das escolhas de Britto quanto: às cores, o animal, as expressões destacadas, o convívio social com os animais de estimação, entre outros. Releitura com pintura e colagem com papéis coloridos. Trabalho individual.

11º DIA: Projeção de slides em Data show. Identificação das esculturas e pinturas do artista trabalhado. Semelhanças e diferenças. Atividade de recorte e colagem selecionando as duas categorias trabalhadas na aula.

12º DIA: Tela: A árvore da família Atlântica. Análise coletiva sobre os valores afetivos abordados pela tela. Análise escrita (questionário) e releitura com lápis de cor ou giz cera. Trabalho individual.

13º DIA: Leitura compartilhada do livro infantil Mestre Vitalino. Assistir o documentário Mestre Vitalino. Destaque da intencionalidade do artista nordestino ao retratar seu povo. Semelhanças e diferenças da obra de Mestre Vitalino com a de Romero Britto. Discussão dos pontos mais interessantes para os alunos e professora (materiais, técnicas, discípulos e suas variações artísticas, entre outros). Produção textual dos aspectos importantes do DVD. Trabalho individual.

14º DIA: Releitura com argila de uma das peças de Romero Britto trabalhadas neste projeto. Trabalho individual. Socialização.

15º DIA: Pintura das peças produzidas em argila. Trabalho individual. Socialização.

16º DIA: Exposição dos trabalhos desenvolvidos neste projeto para a família e comunidade escolar.